SIN KILLER webzine – Reviews: 01/06/11 - 01/07/11

quinta-feira, junho 30, 2011

Audiovision - Focus



O vocalista e empresário sueco Christian Litegren é um sujeito workaholic, pois além de gerenciar sua própria gravadora, Rivel Records, ainda faz parte e direciona diversos projetos como as bandas Narnia, Wisdom Call e no caso aqui a banda cristã Audiovision além de outras.

Esse álbum, Focus, foi lançado em 2010 e distribuído pela Ulterium Records e contendo onze composições no melhor estilo heavy metal moderno com inclusão de vários elementos como hard rock, além de possuir um pé no rock alternativo mais pesado. Bases arrastadas se contrapõem às outras mais rápidas e retas (como a faixa de abertura do álbum, "Invitation", e "We Are Not Alone") e outras ainda mais cadenciadas, porém cheias de groovy. Quebradas de tempo, de andamento e passagens intricadas também estão presentes.

O guitarrista Torbjörn Weinesjö cria e distribui bem os riffs da banda apoiado pelo teclado épico de Olov Andersson, mas a estrela do grupo continua a ser mesmo os excelentes vocais e interpretação de Christian, que são para lá de convincentes. Os refrões são fortes e os vocais de apoio bem encaixados além dos timbres estarem magnificamente bem estudados e bem equalizados (solo e bases de guitarras na medida certa).

Composições diferentes como "Keep The Fire Burnin´", que é tipo daquelas faixas que empolgam já na primeira audição, e "The Son Will Come" (meio na linha de "Last In Line" do saudoso Dio), esta uma música mais arrastada e pesada, mostram o potencial e dinâmica para variar do Audiovision. "You Are The Reason" há uma cavalgada em bumbo duplo alternando com bases mais pesadas e acentuações entre elas além do bonito solo melódico. O baixista Simeon Liljegren e o baterista Thomas Weinesjö fazem um trabalho competente, preciso, mas nada de extraordinário.

"Fruit Of Love"é uma balada climática, somente com vocais se apoiando em acordes de guitarra sem distorção e uma leve base de teclados. "We Will Go" e 'The Way" são cheias de energia, de quem bebeu na fonte da NWOBHM. "I Will Belong To You" é pesada, arrastada e dramática, com um solo belíssimo, exótico, com lindas melodias e riffs que evocam clima do Oriente Médio antigo.

"The Gate" é outra balada, só que dessa vez mais melancólica que a anterior (para que o leitor se situe, esta é algo como "The Sign Of Southern Cross" do Black Sabbath) com refrões profundamente emotivos, lindas melodias e vocais de apoio, ora fazendo os contra cantos, ora apoiando o vocal principal em forma de solfejos.

O play se encerra de um modo incomum, com a fixa título "In Focus", uma instrumental onde vigora o clima de suspense, links melódicos de guitarra se sobrepõe tendo como pano de fundo marcações do surdo da bateria (outra comparação para o leitor, no caso aqui imagine algo como "Today Is A Good Day To Die" do Manowar).
É um álbum denso, forte em vários sentidos, rico e que explorou vários aspectos musicais como interpretação, melodia, harmonia, arranjos e tudo isso sem se deixar cair em clichês, pois o álbum é bem variado e como disse anteriormente, conta com elementos de vários outros estilos. Pode não ser aquele lançamento que marca época mas com certeza é um bom lançamento que tem a supervisão de Christian, um sujeito com muito bom gosto. 


8/10

Site: www.audiovisionsweden.com
MySpace: www.myspace.com/audiovisionsweden


Review by (Fred Mika)
Strike webzine

terça-feira, junho 28, 2011

As I Lay Dying /Heaven Shall Burn Maio 2011| São Paulo

As I Lay Dying:Carahter, Heaven Shall Burn e As I Lay Dying
28 de Maio de 2011
Carioca Club – São Paulo/SP (BRA)  
By Rachel Belo
. 
A banda de abertura já dava o tom de como seriam os shows principais da noite: barulho e moshs gigantes. Um pouco depois, no entanto, os mineiros da Carahter deixam o palco com a platéia aos gritos de “Heaven Shall Burn” – banda que viria na sequência. Enquanto acontecia a troca de palco e apenas com uma baixa música ambiente, a pista do Carioca Club se abre em uma roda que ocupa quase todo o espaço reservado para o público. É nesse momento que, devo confessar, me senti uma caloura em shows de rock. Praticamente impossível saber o que acontecera enquanto os gritos de “Heaven Shall Burn” aumentavam.

E parece que a mesma sensação de embasbacamento perante os presentes também empolgou a banda alemã, que entrou no palco toda uniformizada em camisas vermelhas e calças prestas.
Mesmo com sotaque carregado, os músicos fizeram questão de interagir, ou melhor, reger os presentes no local, dividindo-os em dois grupos, em uma competição que acabou em um monstruoso spiral full circle.

Depois de, cerca de, 35 minutos de show, não acreditava que nada mais iria me surpreender. Engano meu. Essa opinião durou apenas até a terceira musica do As I Lay Dying começar. Com “An Ocean Between Us” – que veio atrás de apenas da canção de abertura “94 Hours” – era impossível ouvir os vocais de Tim Lamessis, tudo que se ouvia eram os fãs e, confesso, foi arrepiante.

Depois de agradecer ao público que ele considera o detentor de “uma das melhores lembranças do que é esta em turnê” ao final de “Upside Down Kingdom”, o AILD emendou uma seqüência mistureba dos dois CDs mais recentes dos caras (“An Ocean Between Us” – de 2007 – e do “The Poweless Rise” – de 2010). “Beyond Our Suffering”,” The Sound of Truth”, “Anodyne Sea”, “Forever” (essa do já “antigo ”Frail Words Collapse”, de 2003) e “Though Struggle”foram algumas delas.

Parecia que, após oito músicas, o conjunto californiano estava pronto pra deixar o palco paulista. Segundos depois, porém, eles estavam de volta para encerrar a noite com “Separation” – outro grande momento do show, onde durante a galera acompanhava o instrumental da introdução apenas com palmas e os famosos gritos “oh, oh, oh!.

A última música do curto setlsit foi “Nothing Less”, que fez com que os fãs saíssem com um gostinho de quero mais. Um gostinho de quero mais, misturado com uma sensação de novo, de pesado, de sangue!

OBS: Não cabe a mim – e acredito que a ninguém – ,mas acredito que, perante a reclamação de maioria sobre o curto setlist, deixo aqui uma questão: até quando seremos dependentes de casa que expulsam fãs – e bandas porquê eu vi – no “horário marcado” por terem um outro evento programado para o próximo horário? Pra quem curte, fica a dica. No Carioca Club você pode bater cabeça com Heaven Shall Burn e As I Lay Dying em um segundo e no próximo encarar um pagode ou um sertanejo. Abrangente, né?

Edição: Andréa Ariani
Fotos: Flavio Hopp







Fonte ::: http://www.hornsup.net/
http://www.hornsup.net/index.php/2011/06/21/hsb-aild-sao-paulosp-bra/

Comeback Kid | Hellfest Open Air 2011

Hellfest Open Air 2011
17/06/2011 - Val de Moine - Clisson, França
By Mauricio Melo / Zona Punk


... Nos restou a espera pelo Comeback Kid e seu pefeito show. Apresentando músicas de seu último trabalho Symptons + Cures e petardos como "G.M. Vincent and I" e "Do Yourself a Favor", além das que já conhecemos como "Wake the Dead" ou "False Idols Fall", os canadenses demonstraram que já não se trata de uma banda de kids e que construíram uma boa reputação...




Para ler o review completo, click em :
http://www.zonapunk.com.br/ver_res_show.php?id=853

sábado, junho 25, 2011

Show | Divine Symphony no Teatro Chaminé - 19/06/11 Manaus


txt by Marcos Veríssimo, e pics  Adelson Pinheiro
Os dias que se antecederam ao evento foram de expectativa, boa parte pelo anúncio de surpresas que a banda apresentaria, as quais não duraram muito para serem espalhadas nas redes sociais (risos). Enfim, de certa forma mais um atrativo para que as pessoas comparecessem, quem não foi certamente perdeu uma oportunidade única.
Com um mínimo de atraso para começar o evento, uma introdução atmosférica foi reproduzida e a narração de uma voz poderosa criou o clima inicial de reflexão e preparação para o que vinha depois. Com o passar do tempo, as pessoas se achegaram mais perto do palco e em seguida "High Ideals" começa com a introdução dos teclados de Rodrigo Protazio, criando um belo clima com a entrada das guitarras. Não custa muito até a banda voltar a demonstrar toda a sua brutalidade com os vocais de Janderson Moreira e cia. Os backing vocals limpos de Kelton Kellyo puderam ser ouvidos novamente nesta música, um momento de tranquilidade atmosférica e nostalgia para quem já ouviu o último CD da horda.

"Frustrered Dreams" começa a todo vapor com a bateria incessante de Jonathas, os vocais rasgados de Janderson e toda a fúria das guitarras. A pancadaria segue intensa até boa parte da música, quando os teclados lideram por momentos uma calmaria, antes da banda voltar com tudo, o que não é nem um pouco ruim. Janderson então diz que a próxima música seria do primeiro CD "Reject Darkness", eu logo de cara gritei "God's Wrath!!!" e pra minha surpresa foi exatamente em cheio! (risos). Antes de a música em si começar, ele fala ao público sobre o que se deve temer mais nesta vida: a ira de Deus sobre a nossa desobediência e pecado, mas apesar disso o tempo de arrependimento ainda está ao alcance de todos antes que seja tarde. Então Kelton e Daniel começam o dedilhado de introdução nas guitarras, sendo acompanhados pelos teclados. Sem dúvida esta é uma das músicas que fizeram a banda ser popular entre muitos. Mais outra do primeiro CD, "Cry in the Dark" começa sombria com os teclados e o baixo de Wilson Amaral. A música segue num clima soturno por quase 3 minutos até enfim descambar em total ataque sonoro, sem deixar a atmosfera proporcionada pelos teclados em segundo plano. E com esta breve apresentação de 6 músicas foi celebrada a volta de (não mais) antigos integrantes à Divine Symphony, Janderson nos vocais e Kelton em uma das guitarras. 
Com a formação clássica do segundo CD praticamente de volta, a horda se prepara para a gravação de um videoclipe e as composições do próximo álbum. Que Jeová Sabaoth esteja na frente dos planos, estamos no aguardo e com grandes expectativas! E mais uma vez a horda amazonense Divine Symphony se apresentou no palco do Teatro Chaminé, em parceria com a Secretaria de Cultura do Estado, valorizando os artistas da região.
A seguir "Giants" começa com toda a técnica do Jonathas Carlos na bateria e logo as guitarras de Kelton Kellyo e Daniel Nogueira entram em cena. Esta música que demonstra nos versos a fé dos integrantes logo de cara: Acreditamos no Deus Todo-Poderoso! No início o público estava meio tímido, a maior parte sentada enquanto outros apenas tiravam fotos ou filmavam a performance da banda.
Para finalizar a apresentação: "Dogmas and Doubts" do segundo e último CD "The History", os teclados entram viajantes, abrindo caminho para mais velocidade e técnica da banda como um todo. Brutalidade do começo ao fim tanto nos instrumentos quanto vocais.

Set-list:
Giants
High Ideals
God's Wrath
Frustrered Dreams
Cry in the Dark
Dogmas and Doubts

sexta-feira, junho 24, 2011

Liberty 'N Justice - Chasing a Cure (Roxx) 2011



1. Say Uncle (Paul Shortino of Quiet Riot / Rough Cutt, Ron Keel of Keel & Eddie Ojeda of Twisted Sister) (4:27)
2. Throwing Stones (Donnie Vie of Enuff Z Nuff & JK Northrup of King Kobra) (4:16)
3. Paige’s Song (Philip Bardowell of Magdalen/Unruly Child/The Beach Boys & Tony Palacios of Guardian) (4:09)
4. Playing God (Terry Ilous of XYZ, Jeff Paris and Richard Kendrick of Near Life Experience) (3:47)
5. Chasing A Cure (Benny Mardones, John Pine & Bill Leverty of Firehouse) (4:29)
BONUS TRACKS
6. Black Or White (Terry Ilous of XYZ, Alton Hood of D.O.C., & JK Northrop of King Kobra) (3:57)
7. Quicksand Jesus (Kelly Keeling of Baton Rouge) (5:29)
8. Snake Eat Snake [electric version] (David Raymond Reeves & Don Webster of Neon Cross) (4:53)
9. Butterface (Mark Allen Lanoue of Biloxi & Joshua Perahia of Joshua) (3:56)
10. When Mullets Ruled The World (Philip Bardowell of Magdalen/Unruly Child/The Beach Boys & JK Northrop of King Kobra) (4:16)
11. Ground Zero (Kelly Keeling of Baton Rouge, Kerry Livgren of Kansas, & Carmine Appice) (8:20)
12. Eve [demo] (Tommy Denander on guitars) (3:18)
13. Damascus Road [demo] (Tommy Denander on guitars) (3:43)

"Chasing a Cure" was originally released as a 5-song, download only EP. It was released to try and raise money for The Epilepsy Foundation. It is now a 13 song CD consisting of the original 5 song EP and 8 bonus tracks. As with past Liberty 'n Justice albums, the contributors are a who's who of 80's rock with well know guys like Carmine Appice, Paul Shortino, Eddie Ojeda, Kerry Livegrin, Kelly Keeling, etc. lending a hand. Of course, the main man behind the project is Justin Murr with Vic Rivera lending a hand in the songwriting process. The cover art was done by Rex Zachary, who is becoming well know for his cover designs. I myself was able to lend a hand in the layout of the digi-pack.

"Chasing a Cure" is a fairly melodic and mellow affair. It's almost like listening to an album of power ballads, with most songs oozing melancholy emotion. This is especially true of the original five song EP. "Paige's Song" is an acoustic based song written to and dedicated to Justin Murr's daughter, Trinity Paige Murr, who struggles with epilepsy. She was diagnosed with epilepsy at agand has battled through daily medication, hospital stays, cluster seizures, comas, three weeks in the ICU and even brain surgery.

Of the bonus tracks, "Butterface" is a modern hard rock song and probably the hardest rocking song on the album. "Eve" is another hard rocker, with a slightly modern flair. The song features strong female vocals, though the vocalist for this song isn't listed. "Snake Eat Snake" is a slow, melodic rocker featuring Neon Cross' David Raymond Reeves on vocals and Don Webster on guitar. This song, "Eve" and "Butterface" are really the only hard rock songs on the album. Overall, I suppose the music would best be described as AOR. I had assumed from the song titled that "When Mullets Ruled the World" would be a humor-filled rocker about the 80's rock scene, but it too is pretty much a ballad, probably best described as an 80's power ballad. "Ground Zero" is an epic, progressive rock song that sounds a bit like Kansas. This might be due to the fact that Kerry Livegrin penned the song. This song is definitely my favorite of the album. It features some stellar guitar work. "Black and White" is a Michael Jackson cover and "Quicksand Jesus" is a Skid Row cover. Not surprisingly, the album ends with another ballad, a demo version of "Damascus Road".

"Chasing a Cure" is the longest EP I own. Thirteen songs would definitely put it in the full length category. Money for the EP goes to a good cause. As such, I highly recommend picking up a copy.
08 [10]

Reviewed by Scott Waters



More 'killers' reviews from SW, in http://www.nolifetilmetal.com/libertynjustice.htm

domingo, junho 12, 2011

Poems of Shadows - Nocturnal Blasphemous Chanting


Hmmm...I can't decide whether this is a Horde cover band, a Horde tribute band, or a Horde rip-off band. Poems of Shadows hails from Brazil, and to say that they are obsessed with Horde is an understatement. Nocturnal Blasphemous Chanting is a raw, grim black metal album from start to finish and just about every song has some Horde influences, either musically, lyrically, or both. Now before you Horde fans get all giddy, Poems of Shadows doesn't really compare talent-wise to Horde. They are a decent band, yes. But this album will never gain the cult status thatHellig Usvart has. For one, Horde was really the first true black metal album put out by a Christian. Secondly, Horde was one mysterious person who never revealed his identity...and surprisingly, many people still do not know who was behind it. Poems of Shadows doesn't hide their identities...and that's kinda unfortunate as the corpse-painted band members may gain a few chuckles from those who see their pictures in the CD booklet. And thirdly, Horde was put out on Nuclear Blast Records amidst death threats on the man behind Horde and even Nuclear Blast themselves. I could go into more reasons, but this is not a Horde history lesson, but a Horde review Poems of Shadows review.

Musically, this band is not too bad at what they do. They have the fuzzy, distorted guitars played at a blistering pace. They have tons of blasting by a pretty good drummer who seems to tire at times, but does a decent job for the most part. The drum sound is actually good for the genre. At times it even has the hollow, haunting sound that Horde had. And the vocalist does a solid job at the blackish vocals. Sometimes he's in your face, but he also dials in that Horde style that sounds kinda distant and cold. And really, the production isn't as horrible as some of the Brazilian black metal bands I've heard in the past.

Lyrically is where I REALLY wonder about this band. They basically rip off most of the lyrics on Hellig Usvart, and even some of the song titles. Instead of "Silence the Blasphemous Chanting" we have "Nocturnal Blasphemous Chanting". Instead of "Drink from the Chalice of Blood" we have "Covenant Chalice of Blood". Instead of "Crush the Bloodied Horns of the Goat" we have "Crushed into Dust...Forever, Eternal" (which is actually the closing line of that Horde song). Instead of "The Day of Total Armageddon Holocaust" we have "Complete Destruction, Absolute Annihilation" (which is actually two of the last three lines of that Horde song). And then we have a actual Horde cover song of "Behold, The Rising of the Scarlet Moon". And that's just the songs titles folks. The lyrics are sometimes word for word and sometimes just re-worded or with a line added here or there.

I guess if you want to get technical, one thing they did do differently is that they included some multimedia stuff on this disc. There is a band biography, band pictures, lyrics, and some studio videos to watch. I actually had to opening the videos out of Windows Explorer cause when I clicked on the multimedia link when it came up, all it kept doing was sending me to Blockbuster Movies' website. Not sure what was happening there. Anyways...nothing special on the multimedia extras, but cool that the band tried to include sometime special on the CD.

This band is actually not that bad. Fans of primitive sounding black metal will probably like this...at least somewhat. I just think the band should really considering doing their own thing and not just copying somebody else.

Review By: Matt Morrow [thewhippingpost] Rip!!!

quarta-feira, junho 08, 2011

Wonrowe Vision - Mission Invincible (Silver Bullet) 2010


Wonrowe Vision - Mission Invincible (Silver Bullet) 2010

Wonrowe Vision is a side project of Mortification bassist Steve Rowe and ex-Mortification guitarist Lincoln Bowen, along with drummer Andrew Esnouf. As might be suspected, the power trio purposely steers clear of the standard Morty death metal and thrash metal formulas and attempts to create something that is far outside the boundaries set by that band. What they end up with is a slab of guitar and bass driven rock and roll with a heavy 80's punk edge. Comparisons to early Motörhead are not completely far fetched. However, despite the comparison and the fact that this band doesn't sound like Mortification, this still very much sounds like Steve Rowe. His raspy, voice, his bass playing and his style of songwriting is immediately recognizable.

"Spirit of the Rock" is a simple, hooky, biker song that possesses a raw charm. "Vaporizer", "The White Rock" and "Smile Your way Through Life" bring forth the Motörheadcomparisons. It's that mixture of classic rock, heavy metal and punk that give Motörhead their sound and what also drives Wonrowe Vision's sound. "The White Rock" also has a bit of The Ramones mixed in as well. "Run in Circles" is an acoustic ballad that has Steve Rowe talking out the lyrics, much like Lemmy might. The vocal technique and the music on this particular track are actually an odd pairing. "Wreath The Passion Of My Fire" is an odd track as well with a bit of jazzy sound and features whistling as a main part of the song. While it is definitely odd, I also found this song to be one of the most compelling and interesting. It definitely strays far from anything that Steve would have done under the Mortification banner. "Smile Your Way Through Life" made me smile as it's such a autobiographical song about Steve Rowe. All through his career, whether playing death metal or thrash metal or whatever, Steve has always been one to smile and enjoy himself when performing and even when posing for promo photos. Many have actually criticized Steve for this, which I found a bit odd. As such, the song made me smile, just knowing the man behind the lyrics.

Unfortunately the production leaves a lot to be desired. The sound is very compressed and narrow, almost sound like it is being played out of an old single speaker transistor radio. Perhaps this was exactly the sound the band was going for. Production usually isn't a big concern for punk bands and early Motorhead was similarly narrow. Probably the biggest disappointment in the mix, however, is that the drums are mixed way behind the bass, vocals and guitars. I kept cranking this album up in my car trying to make it sound like what I really wanted to hear, but the drums just aren't there like I would have liked.

For a limited time the album also comes with a DVD of two of the bands concerts; one at a skate park and the other in a club setting. The DVD is professionally edited, though is shot from what appears to be a single camera.

DISC ONE (CD)
1. The Spirit Of The Rock (4:32)
2. Mission Invincible (4:06)
3. Resident Spider (3:51)
4. Vaporizer (3:17)
5. Run In Circles (4:47)
6. The White Rock (2:59)
7. Smile Your Way Through Life (4:09)
8. I'm Not Afraid of the Dark (2:17)
9. Wreath The Passion Of My Fire (4:39)
10. Radical Parrot (3:08)
11. Run In Circles [Radio Edit] (3:26) 


DISC TWO (DVD)

Wonrowe Vision Live
First Ever Show: Ballan Skate Park, Jan. 30 2010
1. The Spirit Of The Rock
2. Mission Invincible
3. Resident Spider
4. Vaporizer
5. Run in Circles
6. The White Rock
7. Smile Your Way Through Life
8. I'm No Afraid of the Dark
9. Wreath The Passion Of My Fire
10. Radical Parrot
First Ever Club Show: Ruby's Lounge, Mar 16 2010
1. The Spirit Of The Rock
2. Mission Invincible
3. Vaporizer
4. The White Rock
5. Smile Your Way Through Life
6. Resident Spider
7. I'm No Afraid of the Da

By Scott Waters

domingo, junho 05, 2011

Believer - Transhuman (Metal Blade) 2011

Believer were one of the late 80's/early 90's bands that really dominated my CD player. "Extraction from Mortality" and "Sanity Obscure" are technical-thrash masterpieces, in my opinion. After that the band decided to go into more experimental directions. With "Dimensions" Believer stretched themselves musically, but still retained their identity, sound and in some cases, their speed. Still, with these three albums the band became known for their complex and technical metal. With their reunion and the subsequent 2009 release "Gabriel", the band pretty much still retained their sound, though they were obviously still stretching musically and going off into metal tangents, not wishing to be placed into any sort of genre box. With "Transhuman" I think Believer have stretch their sound to the point that they barely sound like Believer.

The album opens with a song that seriously sounds like something on mainstream radio, both vocally and musically. Thankfully, the song isn't an indication of what the entire album sounds like. There are some small traces of that old Believer sound in songs like "Transfection", "Entanglement" and especially "Ego Machine". However, it's an understatement to say that Believer 2011 is a very different animal than they were before they reformed. After giving the album a few spins, I started being reminded of Voivod. It's not that Believer sound like Voivod, but much like the Canuck thrashers did on albums like "Angel Rat" and "Outer Limits", Believer have experimented and completely changed their sound, abonding thrash metal and adding in psychedelic, goth and industrial elements. While the band have always been described as "technical", I'd say that "Transhuman" is more progressive in nature than anything the band has attempted in the past.

Even Kurt Bachman's vocals are very different from anything the band has done in the past. His style is a bit off-kilter and often very heavily processed, adding to the industrial tone. Keyboardist Jeff King really adds a lot of the band's sound. Wimpy flower metal keyboards this is not. Rather, it's King's keys that push the industrial and goth influences even further. As a matter of fact, the keyboard-led, goth/industrial instrumental "Currents" sounds more like somthing I would have expected from Fountain of Tears than Believer.

Another big change in the band is their lyrics direction. "Transhuman" leaves the door wide open for interpretation and certainly cannot be pigeonholed into being a "Christian" album.

Metal purists may be put off by this album, though make no mistake, this is a heavy record. However, the words "traditional" and "thrash" cannot be used to describe this album whatsoever. Being that I like this band so much in the past, I really gave "Transhuman" quite a few spins to allow it to sink in. I wonder if this had been an album released by a new band if I would have given it the same courtesy or if I would have just put it off to the side? Regardless, it did grow on me and I found "Transhuman" to be an enjoyable, challenging and creative album even if I am a bit disappointed that one of my favorite thrash bands is not longer playing thrash.



1. Lie Awake (5:03)
2. G.U.T. (3:39)
3. Multiverse (4:44)
4. End Of Infinity (4:12)
5. Transfection (3:55)
6. Clean Room (4:50)
7. Currents [instrumental] (2:50)
8. Traveler (4:23)
9. Ego Machine (4:29)
10. Being No One (4:47)
11. Entanglement (4:15)
12. Mindsteps (6:52)


[7.0] [10]

reviewed by Scott Waters

Stryper – The Covering

O Stryper apresenta um disco só com covers dessa vez, prestigiando bandas que os influenciaram musicalmente ao longo de toda a carreira.

“The Covering” vem com clássicos das bandas Led Zeppelin, Deep Purple, Judas Priest, Iron Maiden, Scorpions, Van Halen, Kiss, Ozzy, UFO, Kansas e Sweet e uma avivadora faixa inédita chamada “God”... Que é a única coisa inédita que vemos aqui. Esse disco vem recebendo fortes críticas principalmente pelos cristãos, pois muitos discordam desse posicionamento dos irmãos Sweet e seus amigos, alguns alegam que o Stryper deveria fazer na verdade um disco só com covers cristãos entre outras queixas mais ásperas...vou deixar isso de lado e vou falar do conjunto da obra ok?

Duas coisas me impressionaram ao ouvir esse novo trabalho do Stryper... a voz de Michael continua incrível e mesmo com as diferenças bruscas que as versões originais apresentam, sua voz consegue encaixar perfeitamente não causando nenhuma estranheza, não é uma cópia mas Michael consegue absorver a essência que ao meu ver é o mais importante quando alguém ousa tocar uma música alheia, seus refrões ficaram soberbos, que digam muito bem isso as versões do Kansas e Kiss, os pontos negativos ficam para a fraca e horrível capa que se fosse por não ter algo na manga era melhor “copiar” a idéia feita no Black Álbum do Metallica, concorda? outro ponto fraco foi a má escolha da música do Led Zeppelin, poderia ser outra né?

The Covering é muito bom! Estava curioso em ver o Stryper tocando Judas Priest, Iron, Deep Purple e C&A mas realmente esses caras são gênios, a pegada vista em Murder of Pride aparece fortemente nas faixas mais hard do disco, o que me satisfaz pois entendo que a pegada vista nos primeiros discos agora só fazem parte de uma bela história que eles construíram mas que também não posso negar que um pouco dela ainda esteja presente nessa nova fase do grupo. Minhas preferidas são “Set Me Free” (Sweet), “Blackout” (Scorpions), “Shot It Out Loud” (Kiss) e a fantástica “God” que poderia ser incluída em Murder by Pride ou em até no disco In God We Trust sem nenhum problema!

Esse poderia ter sido o disco que marcou a volta do Stryper, era só colocar a capa do Reborn nele que ficava perfeito. 

8,5 [10]
By Alessandro | Demolish

White Throne - Armageddon


Curioso como o pessoal que toca black metal insiste em manter algo que era uma limitação técnica e usar isso como elemento estilístico... De fato, esse conceito não saiu da minha mente por um único instante durante a audição deste Armageddon, segundo trabalho da banda. E sim, quando falo em limitação técnica estou me referindo precisamente à questão da produção. Embora não chegue a ser algo que impossibilite compreender a proposta da banda, é uma audição meio desconfortável, equalização predominantemente aguda e volume um tanto quanto “distante”. Pois bem, às músicas, então. O som apresentado aqui é um black metal no estilo da segunda onda do estilo, nos anos 90. Mais especificamente, me lembra o velho Offertorium, principalmente pelo timbre dos vocais e o trabalho de guitarras. Um trabalho interessante, mas com alguns “poréns”, como a já citada produção, que desvaloriza um pouco a execução e realmente chega a dar a impressão de tratar-se de um trabalho de qualidade inferior. Outro desses poréns seria uma certa previsibilidade nas composições. É um trabalho bem composto e bem executado, mas não há ousadia no estilo, nada que realmente destaque a banda. De fato, a competente execução, justamente o elemento que poderia ser o destaque para a banda acaba se perdendo em meio à produção. Resumo da ópera: boa banda, tem muito a oferecer, mas faria muito bem em se livrar um pouco das amarras das “leis” do black metal e ousar buscar uma personalidade própria. Não só por questão musical, mas até mesmo para evitar novas situações desagradáveis, como aquela causada pela capa do EP Frostland.


http://www.myspace.com/whitethroneband

By Heder Osny

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