SIN KILLER webzine – Reviews: 01/12/07 - 01/01/08

sábado, dezembro 22, 2007

Demon Hunter Storm the Gates of Hell (CD/DVD) Review


De uma banda grande como o Demon Hunter, que já está na ativa há seis anos, era de se esperar o lançamento de um DVD. Porém, em vez de filmagem ao vivo de shows, a banda decidiu mostrar o processo de gravação, e lançou três edições do seu novo álbum, Storm the Gates of Hell, com uma edição comum, uma edição para fãs e uma edição definitiva de luxo, com direito a uma caixinha para colecionador. Esta resenha trata apenas do DVD incluído na caixa..
O DVD Storm the Gates of Hell é simples, na melhor das hipóteses. No DVD temos a versão reduzida do clipe para o single “Fading Away,” e enquanto você o assiste, o logo do Demon surge na tela, e ao clicar sobre ele, há uma breve atração de três minutos com o making of do clipe, e isso não é anunciado. O DVD também inclui mais de 140 fotos da banda em estúdio, em turnê, e algumas fotos promocionais. Porém, um monte das fotos (se não todas) foram redimensionadas para visualização no DVD player ou no computador, e por isso muitas delas estão muito granuladas ou borradas, arruinando a imagem. Não há um jeito fácil para tirar as fotos do DVD para imprimir ou usar de alguma outra forma. O único jeito de vê-las é colocando o DVD para tocar, mesmo.
O documentário tem cerca de dezoito minutos de duração, e parece ser suficientemente longo para um DVD da gravação. A maioria das bandas e artistas que lançam novos álbuns com DVDs, o fazem com um DVD curto, muitas vezes com menos de dez minutos, e esta duração maior faz com que o vídeo valha algo para muitas pessoas, especialmente os fãs. O documentário, intitulado “Follow the Wolves,” dá um certo sentimento de em que a banda estava se envolvendo com este novo disco. É uma espécie de “chamado às armas” para os cristãos cansados de ver os outros que seguem a fé cegamente ou apenas agem de forma a ser iguais a todos. No decorrer do DVD, vemos que os membros da banda não se envergonham nem um pouco do nome do álbum e suas implicações. A banda prossegue, falando sobre as diferenças no processo de gravação e composição deste disco, especificamente com certas partes de guitarra e bateria, com o principal objetivo de fazer deste o seu melhor álbum. O destaque deste DVD é que se pode ver que estes caras não se incomodam com o que as pessoas vão pensar deles. Eles são Cristãos e não pretendem voltar atrás quanto a isso.
O único detalhe que poderia tornar este DVD um pouco decepcionante é o fato de que praticamente não há filmagens da gravação. O DVD está cheio de partes com entrevistas, mas apenas três ou quatro pequenas cenas da gravação. Algumas bandas incluem partes da sessão dos vocais ou processo de mixagem, mas o Demon Hunter apenas incluiu as mesmas fotos que já estão na galeria de imagens enquanto eles falam. Teria sido melhor ver um pouco das sessões de gravação e talvez um pouco de filmagem de bastidores da turnê, mas ainda assim o DVD é bem-feito do jeito que está. De modo geral, se você é um fã fiel do DH, provavelmente você vai querer a Edição Especial do álbum, mas a maioria dos fãs provavelmente vai escolher o álbum normal. O DVD pode não ser tão grande coisa, mas o conjunto como um todo é uma grande pedida para qualquer fã de metal.
- Review de: 13/11/07; escrito por Justin Mabee
"Used by permission" John
http://www.jesusfreakhideout.com/

domingo, dezembro 16, 2007

Feast Eternal – Prisions Of Flesh [Open Grave Records]


Death metal attack! Esse álbum, Prisions Of Flesh recebeu ótimos reviews e o trio formado por – John (guitar), TJ (vocal/bass), Matt (drums), ganhou atenção dos fãs, com seu death metal brutal, destacando se na cena cristã, e com reconhecimento no meio secular. Prisions Of Flesh foi relançado recentemente pelo o selo secular Open Grave, que tratou de colocar 2 bônus tracks, “Serpent Of Proclaim" e "Rage Of Angels". Além disso, saber que esses caras estão de volta, é a noticia mais importante nesse caso, já que podemos esperar por um material tão destruidor como esse, e ainda assim contar com letras, típica de uma banda cristã, de atitude, e queira o chifrudo ou não, o death metal violento aqui tem peso o suficiente para colocar o inferno a baixo. Esse material lembram os melhores do Mortification, em sua fase inesquecível, death metal, ou melhor, quando o Jayson Sherlock dominava as baquetas e eu não vejo o Feast Eternal longe disso, sendo que eles mantém o estilo/espírito old school de uma forma indiscutível. Mal posso esperar pra colocar as minhas mãos no material novo.
By Norman
http://www.myspace.com/feasteternal

AWAS. Hope [Open Grave Records] - Review


A.W.A.S [Acoustic War Against Satan] é mais um nome do metal extemo cristão a conquistar seu espaço no underground. Começaram com o nome Torment, e seu primeiro show foi abrindo para um dos mestres do death metal cristão, o Sacrificium. Hope é um mix de death/grind, ou seja, algo como Skymetal/Crimson Thorn, não sendo tão direto e nem muito rápido. Urros, berros, não foge do tradicional e alguns pequenos momentos, os caras arriscam um black metal, mas aqui o death metal domina. Martin é um baterista muito bom e o peso ficou praticamente por sua conta. Um dos grandes momentos desse material, sem dúvida é a hora dos vómitos gutural, como em ‘AWAS’ ... Rotting Satan... E essa bem na linha do Antidemon. Bom, aqui não temos o melhor dos blast beats, mas ‘Saved’ foi sabiamente escolhida pra fechar esse cd assim como ‘Your Choice’ entra matando... Meus ouvidos estão atentos, meus olhos estão fixos em coisas boas, e quando o assunto é música, meu sangue esquenta... Thanks AWAS for the great and killer stuff... The best for God, that’s all to we metalheads!
Vamos apoiar esses brothers!!!
By Norman

http://www.myspace.com/awasmusic

Trouble- Simple Mind Condition - Review



E finalmente, depois de muita enrolação, aqui está o play novo do Trouble. Infelizmente, ele deixou um pouco daquele sabor de "valeu a pena?". Ok, não dava para esperar um novo álbum doom, isso é algo meio óbvio, mas de maneira geral, parece faltar um tipo de fôlego, um ânimo específico. E isso é algo estranho, uma vez que as músicas em sua maioria até funcionam bem isoladamente, mas como um conjunto... Não sei como explicar, falta alguma coisa que as conecte. Mas como eu disse, as músicas funcionam bem, isoladamente. De fato, coloque este Simple Mind Condition no shuffle junto com o resto da sua coleção de Trouble que você vai se sentir bem mais à vontade. De fato, muitas vezes este play faz lembrar do álbum "Trouble" de 1990, que TAMBÉM é um bom álbum para o Shuffle. Por fim, como pontos positivos neste álbum, aponto a nervosa faixa-título, a "soundgardeniana" Troublemaker e a viajante Arthur Brown´s Whiskey Bar. Paciência. Agora é esperar um próximo álbum um pouco mais energético.


By Heder Osny

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