SIN KILLER webzine – Reviews: 01/09/09 - 01/10/09

domingo, setembro 27, 2009

Believer - Gabriel



( Metal Blade) 2009
O retorno do Believer foi uma notícia emocionante para mim. Eu fui um fã desde que ouvi-los na compilação Metal East Coast em 1988. "Gabriel", foi certamente um dos lançamentos mais esperados de 2009 para mim, embora eu também estava um pouco nervoso sobre o lançamento. O Believer não lançou nenhum material inédito desde 1993. 
Gostaria de saber se Kurt Bachman e Joey Daub iria continuar fazendo o Believer que todos conhecem ou se arriscariam em um novo território. Afinal de contas, , Joey Daub está com a banda de gothic Fountain of Tears , e não temos notícias de Kurt Backman por mais de uma década. 
No entanto, não houve necessidade de se preocupar , "Gabriel" é exatamente o que qualquer um poderia ter esperado do Believer. Francamente, "Gabriel" é uma excelente continuação para "Dimensões".
Isso não quer dizer que o"Gabriel" é tudo diretamente thrash metal como o último lançamento do Kreator. Há algumas amostras e teclados pulando aqui e ali sobre este álbum. O Ex- Sardonyx, tecladista , Jeff King está listado como um membro do Believer e adiciona um pouco de industrial para a coisa toda. Como tem sido nesse caso para o Believer, desde do primeiro álbum, , há alguma orquestração misturando bem. Portanto , há uma abundância do bom 'old thrash metal como tinha que ser. 
"Focused Lethality" and "Stoned" ambas são solidas e real canções de metal. ""Focused Lethality" " é uma canção incrivelmente rápida, thrash metal, enquanto que "Stoned" tem reflexos de death metal misturadas . Ambas as músicas têm riffs de guitarra sólidos, e um grande trabalho de baixo- duplo.. Felizmente, ele não soa como Believer muito afinado neste CD.
Ao invés de depender fortemente das guitarras afinadas para um som pesado, Believer realizou um som pesado, escreveu riffs pesados! O tom da guitarra é cru e, mas claramente distinguíveis e tem um vazio estranho que contribui para a atmosfera geral escura da música. A extremidade inferior é realizada pelo o tom pesado do baixo, como deveria ser.
Uma coisa que o Believer tem em relação à safra atual de bandas de thrash saindo da toca é que eles não apenas toca thrash para causa . A banda sabe misturar ritmos, escrevendo música, e outros elementos para que o álbum flua como um todo, sem que cada canção soe a mesma.
A letra desta vez não são tão abertamente cristãs, como álbuns anteriores, apesar que eu não queira dizer de modo algum que as letras são ruins. Em vez disso, eles têm ido para uma abordagem mais poética desta vez. Devo confessar, no entanto, que, no momento de escrever esta resenha eu não tinha gastado muito tempo de leitura através da letra e só estou baseando essa opinião ao ouvir as letras sozinho. Para a maior parte Bachman cospe as letras com a sua alta, voz rouca e realmente não o som diferente de tudo que ele fez nos álbuns passados do Believer. "The Brave" apresenta alguns vocais limpos. Novamente, isto não é realmente surpreendente para o Believer, eles já tinham misturado outros estilos vocais no passado.
As últimas faixas são de total preechimento , que soa como a material estranho, desnecessário, no meu ponto de vista. 
A trilha de quase nove minutos intitulado "Nonsense Mediated Decay" é exatamente isso, uma colagem de nove minutos de disparates. Eu acho que essa não deveria ser surpresa para o Believer , como eles sempre tiveram pelo menos uma faixa rara. Em cada CD. No entanto, ele tende a fazer uma final muito forte com uma nota muito fraca. As três últimas faixas sem título é igualmente estranho, barulhos que realmente não acrescentam nada para o CD. Francamente, eu preferiria que este CD fossem apenas nove músicas do real, que é como ele vai estar no meu iPod. Também vale a pena mencionar que há alguns convidados especiais neste álbum, incluindo Rocky Gray (Soul Embraced, Evanescence), Deron Miller (CKY), Joe e Rico Sacrifice )que interpreta um solo de guitarra.
By Scott Water

http://www.nolifetilmetal.com/believer.htm
Trad . Norman A. Lima

MICHAEL BLOODGOOD & FRIENDS – THE CROSS CHANGES EVERYTHING


MICHAEL BLOODGOOD - FRIENDS – THE CROSS CHANGES EVERYTHING – B. Goode Records – Nota: 8,5
O músico Michael Bloodgood e seus convidados fazem aqui uma interessante e diversificada releitura de clássicos cristãos misturado à algumas composições próprias.
Quanto às tradicionais “Oh Happy Day”, esta ganhou groovies e excelente interpretação na boa voz de Jeffrey McCormack. Há aidna a presença do coral O.H.D. que fazem parte o próprio Michael “sangue bom”, Marylin Bloodgood e Bonnie Foxley. Nas guitarras Craig Church e no baixo Phil Curry (que ainda gravou as baterias dessa faixa). Já “Glory Glory Hallellujah” e “I´ll Fly Away” ficaram country (Rob Cohram faz os vocais nessa primeira enquanto Michael faz na segunda).
“Hosanna In The Highest” já tem um riff de introdução bem pesado e cativante. Um hard rock de primeira interpretado por Les Carlsen que se sai muito bem nos tons altos. Paul Jackson (guitarra solo) e Craig Church (base) são bons e criativos músicos e para a bateria Mark Welling.
“God You´re So Good” já mistura blues com música country. Composição de Terry Clarke e interpretada pelo próprio Michael Bloodgood.
“Break Our Hearts” é uma composição cantada por Paul Michael Bloodgood de somente voz e violão no início para, a seguir, ganhar arranjos de percussão e violoncelo de Craig Church. É um hino.
Em “We Are One” é mais um soft rock em que quem faz os vocais é o próprio Michael, que também faz os vocais de apoio juntamente com Paul Michael Bloodgood (este último também gravou a bateria). Marylin Bloodgood toca percussão. Composição de autoria de Michael Bloodgood.
Outra composição de autoria de Michael é também a balada “The Cross Changed Everything”. Bela e envolvente cantada pelo próprio Michael e tendo Mark Welling na bateria.
Outra balada é “For The Cross”, só que dessa vez em tons mais melancólicos. Composição essa de Matt & Beth Redmondem e este fazem os vocais enquanto a bateria (que entra ao final da composição) ficou por conta de Michael Paul Bloodgood.
“Soon & Very Soon” tem ares de hard rock setentista. Com uma boa pegada na voz rouca de Les Carlsen (que também gravou os vocais de apoio junto com Michael Bloodgood aqui). O riff dessa faixa é bem pegajoso e sem falar ainda que conta com a brilhante participação do guitarrista Oz Fox (Stryper) nos solos. Craig Church é o responsável pelas guitarras bases enquanto Maek Welling dá vida às baquetas.
“Strong Tower” é um rock pop de nítidas influências sessentistas a la Beach Boys e interpretada por Rob Cohan e aidna tendo o próprio Michael fazendo os vocais de apoio. Nessa faixa temos uma guitarra limpa, sem distorções fazendo o essencial. Bateria gravada por Paul Michael Bloodgood.
“Lord I Lift Your Name On High” já conta com a gaita de Michael (que também faz os vocais) enquanto Paul Michael Bloodgood faz a bateria. Em “I´ll Find My Way” tem se mais uma balda cantada por Paul Michael Bloodgood (este também junto com Michael Bloodgood faz os vocais de apoio). Bateria fica a cargo de Jeffrey McCormack.
“Blessed Be The Lord” encerra o álbum que é praticamente uma confraternização entre amigos e todos eles bons músicos. As composições ficaram bastante diversificadas e todas sem exceções são interessantes. Sem exageros de instrumentais aqui, ficou bem registrado o espírito desse álbum. Ótima produção. É um álbum alegre que lava a alma do ouvinte. Uma mensagem bastante positiva.
 MySpace: http://www.myspace.com/michael-bloodgoo
By Fred Mika ( Sun Road and Strke )
http://www.strikemet.com/
www.myspace.com/sunroadgroup

domingo, setembro 13, 2009

Thresher - Here I Am / Totally Possessed (Roxx Productions) 2009

Thresher foi uma banda de thrash metal da Pensilvânia, EUA. Eles começaram em 1983, com o nome Lazarus. Após lançar uma fita demo em 1986, eles mudaram de nome, e foram para uma mais completa abordagem de thrash metal. Um álbum demo, intitulado "Totally Possessed" viu a luz do dia em 1989.
Na metade da década de 80, a cena thrash foi próspera, tanto no mercado secular como no mercado cristão. Bandas como Vengeance Rising, Deliverance, Sacrament e Believer, estavam sendos os líderes no circuito thrash cristão.
Em 1989, em algum lugar...Pennsylvania ... Uma fita demo surgiu, que iria deixar uma impressão duradoura no cenário Thrash cristão. Essa demo foi chamada ... "Totally Possessed" A banda ... THRESHER !!!!!
A banda iria lançar e distribuir apenas 500 exemplares dessa primeira demo tape, vender em seus shows e através de revistas impressas como Heaven's Metal. Esse material chamou atenção de muitas pessoas na cena e na indústria. Esta fita, se você conseguir encontrar uma hoje, vai ter que desembolsar alguns dólares em sites como o eBay!
Após o sucesso da demo, o próximo passo deles seria gravar algumas faixas que estariam incluídas em duas compilações muito procuradas pela a REX Records. Com isso, ganharia ainda mais atenção sobre esta banda jovem e próspera. Em seguida, com o interesse de gravadoras em ambos os mercados cristão e secular, eles iam gravar o que seria o seu próximo e, finalmente, o seu final, o completo intitulado "Here I Am".
"Here I Am" o álbum teve alguns ‘breaks’ e foi gravado ao vivo com poucos overdubs no Lifeline Studios em Pennsylvania. Mas finalmente começaram a deteriorar-se tanto que eles lutaram para tentar equilibrar a música e suas vidas pessoais. O álbum nunca veio a ser liberado e ficou trancado por cerca de 20 anos, até agora!
Após todos estes anos, o selo Roxx Records, em conjunto com o Thresher, se prepara para lançar este tesouro perdido há muito tempo no mundo em um formato de CD, edição limitada. Oito faixas nunca antes lançadas, essas músicas, esteve escondidas por anos, resistindo ao teste do tempo e ainda são relevantes e de pé com a melhor deles em cena no Thrash de hoje.
Em 01 de maio de 2009...O CD pode ser seu, e esperamos que ele toca sua vida como tem a nossa! Pré-encomendas já começaram e as primeiras 100 cópias só virá com uma gravação de CD bônus que é muito procurado, altamente colecionável, a demo ‘‘Totally Possessed’ É isso mesmo os primeiros 100 pedidos só serão enviados como um CD 2 com uma cópia da demo, edição extremamente limitada que já começou.

O review
No final dos anos 80 e início dos anos 90 eu era um metahead por dentro do heavy metal cristão. Procurava por qualquer banda nova que lançava uma ‘fita–demo’ e comprava imediatamente.
Algumas dessas bandas foi uma de speed metal da Pensilvânia E.U.A. chamada Thresher. Eu já tinha descoberto bandas como Deliverance e Vengeance Rising, bem como uma banda local chamada Rapture, naquele tempo. (Rapture mudou seu nome para The Moshketeers em 1989).
Eu obtive a música 6 da fita demo "Totally Possessed". Cheio de riffs de speed metal, refrãos pegajosos, solos de guitarra habilidosos., etc. Thresher tinha mais em comum com o Deliverance e Moshketeers, sendo que eles se afastaram do puro Speed e adicionaram um pouco mais de melodia bem como, riffs candenciados.
Na época, eu lembro que eles me lembravam um pouco do início do Metal Church.
Também ao contrário da maioria das bandas de speed e thrash dos anos 80’s q Thresher adicionou uma balada similar ao estilo do Metallica tipo ‘ Fade to Black". Eu gastei essa fita de tanto uso. Depois de mais uma década eu ainda podia cantar o refrão da faixa-título, embora eu não tivesse colocada para tocar o cassete há anos. E desde então, CDs tornou-se minha obsessão.
Poucos anos depois, peguei uma compilação da REX Records com uma canção chamada "My Reality" do Thresher, e mais uma vez, eu toquei essa música repetidamente. A canção tinha aquele som Thresher mesmo; guitarras barulhentas, e letras com bases na fé.
Desta vez as letras pareciam que tinha menos base de Revelations (Apocalipse) ao invés de adoração. Contudo, eu tinha lido que eles gravaram um álbum completo após a demo "Totally Possessed" , que nunca viu a luz do dia. Essa foi a última vez que ouvi o Thresher até o inverno de 2009.
A Roxx Records conseguiu contato com Thresher para lançar o álbum de inéditas desde do início dos anos 90 prensado em CD. Como um bônus adicionado, os primeiros 125 fãs que comprasse o cd "Here I Am CD", receberia uma versão 2-CD com faixas de "Totally Possessed".
Claro que eu tinha que saltar sobre essa oferta. "Here I Am" com 8 canções de heavy metal chocantes , que continua em grande parte o mesmo estilo de ‘Totally Possessed’, um rápido, e cadenciado heavy metal cheios de momentos melódicos.
Quando o CD foi originalmente anunciado fiquei chateado, porque "My Reality" daquele velha compilação do cd, não tinha sido incluída. Depois de avançar no CD pela primeira vez, para minha grande alegria que a canção foi incluída, mas agora é intitulada de "Sanctuary". Esta canção é uma faixa ligeiramente progressiva, que começa limpa, guitarras acústicas antes de estourar em um speed metal.‘Faith Awaken’ continua heavy metal, mais uma vez me lembrou um pouco do início de Metal Church, montando uma barreira entre o heavy metal clássico e thrash metal. "Amazing Grace" diminui o ritmo é um groove que encontra o thrash para conduzir o clássico hino.
A faixa título é uma canção mais escura, que monta uma barreira entre o heavy metal tradicional e thrash metal. Todas as 8 músicas muito bem acomodada dentro desta mesma fórmula.
Na verdade, "Here I Am" empurra os limites do thrash metal muito mais do que "Totally Possessed" fez. Independentemente disso, ambos os álbuns são grandes! "Totally Possessed" traz de volta lembranças e "Here I Am" é mais um excelente prato de metal em minha coleção.


Review by Scott Waters
 trad. Norman Lima
Fontes:[no life til metal], [metal-archives],[metal-metropolis],[the Christian Metal Realm],[firestreamvault].

segunda-feira, setembro 07, 2009

Mortification - The Evil Addiction Destroying Machine (Rowe Productions) 2009

Morfitication 2009:
Mick Jelinic, Steve Rowe & Adam Zaffarese



Eu quase sempre espero ansiosamente por álbum novo do Mort. Enquanto muitos fãs ainda gritam por um Scrolls Parte II, eu encontrei muito a desejar sobre Mortification longo dos anos.
Com o grande título "The Evil Destroying Addiction Machine akwardly intitulado", Mortification 14º álbum de estúdio, a banda rompe o padrão dos últimos três discos.
Considerando que esse lançamento incorporou alguns sons de death metal dos primeiros anos, esta versão é mais cadenciado e mais focado no groove.
Não que Mortification soa como Pantera ou estão tentando seguir alguma tendência, mas sim, isso está mais para álbuns como : "Silver Chord is Severed" e algums coisas de "EnVision Evangeline" e "Triumph of Mercy".
A banda também adicionou uma rápida influência punk nesse álbum. Eu só não tenho tanta certeza essa influência está na forma de cantar ou que na canção escrita propriamente dita.
Ao contrário dos discos anteriores, este álbum parece ter sido escrito apenas por Steve Rowe.
Os álbuns anteriores sempre tiveram mais de uma colaboração com canções escritas por todos os membros, mesmo que Steve tinha faixas mais que os outros.
Com "The Addiction Evil ..." Mortification mais uma vez teve um line-up diferente.
Voltando à dobra, o baterista Adam Zaffarese, que certamente melhorou como um baterista de estúdio desde o seu tempo de Mortification por volta de 2001.
Além de retornar ao rebanho o guitarrista Mick Jelinic consegue voar em algumas canções com seus gritos.
Eu estaria interessado em saber como Mortification cerca de 1989 teria soado com um cara como Mick Jelinic nas guitarras.
Eu li algumas queixas on-line sobre os vocais neste álbum. O estilo de Steve é o estilo de Steve. Ele não fez nada para melhorar seu jeito de rosnar (death vocals) em estúdio durante esse tempo
e desta vez, nem teve a variade que escutamos nos últimos lançamentos do Mort.
Ele praticamente adere a sua seriedade, com influências punk, os mesmo gristos que ele começou a usar em "Post Momentary Affliction" em 1993.
Seve está sempre presente aqui. Com um baixista escrevendo a maioria do materail , o baixo é, claro, é destaque em cada música, com várias canções a partir do baixo.
A grande questão é, eu fico desapontado com tudo que Steve e Cia fez? Absolutamente não.
Tal como acontece com os últimos lançamentos de estúdio, três ou mais, eu me peguei voltando nesse tempo e agora outra vez. Eu realmente não consigo entender por nenhum fâ de qualquer material do Mortifiction desde ’96, não encontra algo para apreciar aqui.]
Músicas favoritas, eu incluo a faixa-título, a Speedy "Hanging Pilots" e a thrash metal máster
"I'm Not Confused" com a sua mensagem repetitiva, gritos ao longo dos coros.
A última faixa é um tributo ao Rez, embora não seja uma música cover. Pelo o contrário, é uma nova canção escrita por Mortification como um tributo ao rock clássico cristão a uma banda de metal.
Steve cita Rez Band como sendo uma das razões pelas quais ele se tornou um por volta do começo dos anos 80.
A versão inicial será uma Limited Edition Deluxe DigiPak que inclui os nomes das primeiras pessoas a comprar o disco. Mortification chama essas pessoas : "Mortification Im-Mort-Supporters - ( Imortalizados apoios)".
Mais uma vez, a arte é por Troy Dunmire que já pintou a maior parte dos álbuns do Mort desde "Primitive Rhythm Machine" (1995).
Review by Scott Waters
Mais info sobre ele : http://www.nolifetilmetal.com/
http://www.myspace.com/ultmetal
trad. Norman A.Lima

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