SIN KILLER webzine – Reviews

quarta-feira, maio 25, 2011

Review show::. 1° Olímpia Fest Gospel | Oficina G3 20/05/2011


Review e pics by Gustavo Hoft


O show foi realizado no Recinto Folclórico de Olímpia. Se tratava do 1º Olímpia Fest Gospel, com Oficina G3 no dia 20, e André Valadão no dia seguinte.
Chegamos em Olímpia por volta das 20:30, que era exatamente o horário que estava marcado para começar o show. Mas como já sabemos que nunca começa no horário, chegamos meio que em cima da hora.
Para minha surpresa, na arquibancada tinha um stand onde estavam vendendo materiais da banda, como os discos solos de Alexandre Aposan (baterista) e de Celso Machado (guitarrista). Ambos estavam nesse stand (o que significava que o show não iria começar logo), e foram super bacanas conosco. Tirei fotos com ambos e adquiri o cd do Aposan (a grana estava curta).
Exatamente às 22:30h, se apagaram as luzes e se pôde ouvir a intro “D.A.G.”, enquanto a banda entrava no palco. O Jean Carllos (tecladista) estava com uma máscara e o Duca Tambasco (baixista) com uma baita mexa branca nos cabelos (sinal da idade rsrsrs). E como de costume, já puxaram “Meus Próprios Meios”, o que fez a galera pular muito. O pequeno público de mais ou menos 500 pessoas estava bastante animado, apesar do som horrível que alugaram para o evento. E percebia-se também que não só ali embaixo, mas no palco o som deveria estar ruim, pelas caras dos integrantes. Logo após, já emendaram com “Meus Passos”, o que deu para bater bastante cabeça. Grande desempenho vocal por parte do Mauro Henrique. Por falar nele, o cara canta muito ao vivo!
Em seguida vieram “Mais Alto” e “Ver Acontecer”, ambas do álbum “Além do Que os Olhos Podem Ver”. “Obediência” veio logo após. Com o convite do Mauro, todos gritaram o nome do Deus Todo Poderoso, “Eu Sou” conseguiu tirar o fôlego desse humilde resenhista. Um momento mais calmo com a linda “Continuar” e um louvor com “A Ele”.


Agora um momento que emocionou a muitos: Mauro começa a falar do amor incondicional de Deus, e conta que sua esposa está com câncer, e o que os tem sustentado é o amor de Deus, que tem confortado seus corações. Nem preciso falar que a próxima música seria “Incondicional” e mais uma vez ressalto a “gogó” desse cara, junto com o entrosamento perfeitos dos músicos. Juninho Afram (guitarrista) fez o solo dessa música com a alma, com muito “feeling”, foi de arrepiar.
 Logo após, os músicos saem do palco e fica só o Juninho, que traz uma palavra maravilhosa sobre o cego Bartimeu (Lucas 18). Essa não é a primeira vez que vejo Juninho pregar, mas com certeza foi a melhor que ouvi.
 Terminada a palavra, Mauro faz a pergunta: “O que vocês querem ouvir?”. Entre o grito da galera, saiu uma mistura de “rock n’ roll” e “Humanos”. O que pareceu que pegou a banda de surpresa (acho que eles não iriam tocar essa música). Mas, fizeram a vontade da galera e Jean fez todo mundo pular, já que refez os arranjos dela, cantando num estilo mais gutural. O som também estava melhor. “De Joelhos” (que é uma de minhas prediletas) foi uma das quais a galera mais agitou! Grande momento! “Muros” também entrou com força total, e nós tirávamos fôlego de onde não tinha, seguida de uma surpresa: “Alive”, cover da tão consagrada banda P.O.D, outro ponto alto do show.

E como não podia faltar, “Depois da Guerra” levou o público ao delírio, com um baita solo de Juninho Afram (vai tocar assim lá nos quintos dos céus rsrsrsrs). E pra finalizar, “God Gave Rock N’ Roll To You”, um grand finale de uma noite inesquecível.
Sou suspeito para falar, pois o Oficina G3 tem sido umas das bandas que mais admiro nos últimos tempos. Pegamos a estrada e voltamos para Barretos. Apesar do pouco público (interior é assim mesmo...) foi um baita show, que o som não ajudou muito, mas com certeza, o Oficina G3 conta com músicos talentosíssimos e um grande vocalista, o que prova que no meio do Rock e Metal cristão existem bandas excelentes que tocam muito ao vivo, ao contrário de várias banda que já vi por aí. Lembrarei dessa noite o resto de minha vida!

Facedown Fest 2011 Review

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We do what we want tour review

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sexta-feira, abril 29, 2011

review show:::. The Almost em São Paulo 24/04/2011

abril 26, 2011 by Viteco


Vinte e quatro de abril, domingo de páscoa, feriado. Tarde agradável e a cidade com pouco movimento. Graças a isso não demorei nada a chegar na casa InfernoClub, que mais uma vez recebeu um show internacional: The Almost. Eu não sei se fui só eu, mas alguém mais aí sentiu a ironia de uma banda cristã tocar num lugar chamado Inferno?

Enfim, vamos ao que interessa.

Assim que entrei na casa a banda Vowe começava a tocar o seu primeiro acorde. A banda que como o próprio vocalista Yuri Nishida disse, não tem ainda um disco, mas mostrou toda a capacidade em um show curto, mas muito conciso e muito bem tocado, afinal estamos falando de uma banda assinada pela Midas Music, de Rick Bonadio. Um show de verdadeiro rock para os poucos presentes na casa, mas infelizmente para os ânimos da galera.

Não era tarde quando a Vowe desceu do palco. Por sinal, era tão cedo, que algumas pessoas chegariam atrasadas, ou no caso de uma menina, que perdeu completamente o show do The Almost.

Com poucos roadies, subiram ao palco (acompanhados de muitos gritos) os cinco integrantes da banda e eles mesmos plugaram e testaram seus equipamentos, coisa que não se vê sempre com bandas de fora, e com algumas bandas daqui.

Nessa altura, a galera havia se exprimido na beira do palco, deixando metade da casa tranqüila e mal preenchida.

Depois de algum atraso, graças aos microfones que nunca eram ligados pelo técnico de som, e com a casa um pouco mais cheia, Aaron Gillespie anuncia a banda, pergunta se as pessoas estão prontas para agitar, e começa o show.

Monster Monster, primeiro single do último disco da banda foi também a primeira música da noite. Visivelmente os integrantes da banda, principalmente Aaron, ainda sem a guitarra, muito agitados, quando no primeiro refrão a primeira surpresa: Aaron se joga na galera, some e sobe totalmente descabelado e com o pique ainda maior.

O agito seguiu com a música Lonely Wheel, desta vez, com três guitarras e com direito até a uma “vogueada” de Aaron. Uma pauzinho pra papear aqui e o vocalista solta, “Nós sabemos muito sobre o Brasil, sabemos que é um país muito quente”, mostrando que aprendeu pelo menos uma coisa quando veio pra cá junto da Underoath. Brincadeiras a parte, tanto minha, quanto dele, o assunto do calor não é de menos. A banda vem da Flórida e foi uma puxada de assunto para poder tocar Southern Weather (clima do sul, em português), que fez a galera cantar em alto e bom som a faixa que recebe o nome do disco de estréia do grupo. Quando surge a segunda surpresa do show: Uma pessoa surge do meio da galera, sobe ao palco e tenta tascar um beijo em Aaron, que rapidamente se esquiva da situação e faz uma cara de “Esse louco tentou me beijar?”. Tudo bem, o cara se ajoelhou na frente dele e não atrapalhou ninguém, até que resolveu descer do palco.

Na seqüência o quinteto tocou a música No, I Don’t seguida pela primeira pausinha do show com Dirty And Left Out, que Aaron escreveu em um momento ruim da sua vida e buscava uma espécie de reconciliação com Deus. Nesta foi possível ouvir todas as vozes da casa cantando juntos, de mãos ao alto, com todas as forças.

A emoção seguiu com a música Young Again, e sem perder o pique, a banda claramente se divertia no palco e estava vivenciando um grande momento, e o frontman mostrou estar com a voz afiada.


Mais uma pausa e Aaron lembrou que era domingo de páscoa e que este dia era um grande dia para ele, pois marcava o renascimento de Jesus: “Há muito tempo atrás Ele fez o impossível e retornou à Terra” e que esse feito era “Surpreendente por si só”, ou em inglês Amazing Because It Is, que seria a próxima música. Seria, até pelo menos o guitarrista Dusty o tocar no ombro e falar que não era essa música ainda, e sim o cover de Tom Petty da música Free Falling, que foi divulgada pela banda através da coletânea Punk Goes Classic Rock. Após o cover, também cantado pela galera (quase inteira), mostrando que onde a banda se manifesta os fãs estão lá, seria finalmente a vez de Amazing Because It Is, e Aaron contou toda a história de novo, em “fast forward”. Esta que conta com um trecho do hino cristão “Amazing Grace” na música, foi cantada à capella pela galera em certas partes.

O show se aproximava do final quando a banda tocou o carro chefe Say This Sooner, fazendo a galera voltar a pular e a se espremer em busca de um lugarzinho mais próximo dos ídolos, mandando na seqüência o hino Hands, crescendo ainda mais o agito com gritos e pulos do público, que gerou o delírio de de dois fãs que subiram ao palco, e que não sei dizer ao certo se agradou muito o vocalista, mas o resto da banda pareceu se divertir, principalmente quando outro ser rouba o microfone e grita sem parar. Microfone recuperado por um roadie e a música termina com um “Goodnight” (Boa noite) e a banda mal havia saído do palco e a casa gritava por mais uma música: “One more song, one more song”.

As luzes permaneciam apagadas quando ressurge no palco a banda para mais uma. Sim, apenas mais uma. Talvez se a galera tivesse gritado “five more songs”, quem sabe não tocariam mais cinco?

Os acordes de Monster soam levando todos os presentes àquele momento de que o show estava acabando, que era hora de curtir os últimos momentos e cantar com o máximo das gargantas. Ótima escolha para terminar o show.

A banda recolhe seu material, tira algumas fotos, joga palhetas, baquetas, set lis e qualquer tipo de lixo que fazem dos fãs quem são, e deixa o palco.

Aquele havia sido um momento inesquecível. Talvez a melhor páscoa para muitos, onde em um feriado cristão, uma das bandas que mais colocam explicitamente em suas músicas a base do cristianismo, veio aqui, e deu uma verdadeira lição de música.

Talvez um momento único, considerando a quantidade de pessoas no local ter sido baixa, talvez pelo feriado, talvez pela banda não ser tão popular como a Underoath (sem querer fazer qualquer tipo de comparação, apenas comparando a quantidade de público), nos fazendo supor que dificilmente eles voltarão. E eu espero muito queimar minha língua.



Resenha por: Vitor Dechem


fonte:. http://www.mpsirock.com.br/

domingo, abril 03, 2011

Divine Symphony - The History

É da longínqua Manaus, que vem o brilhante representante unblack, Divine Symphony. Seu primeiro  full chamou atenção, tanto para sua música, como para a cena em geral. Eu vi eles pela a primeira vez na Zadoque SP,  [rip!!!] e foi uma das melhores apresentações. O selo Extreme Records deve se orgulhar de assinar com essa banda, tendo colocado  a horda na capa de sua revista Extreme Brutal Death 2 vezes.
O DS se tornou um dos grandes nomes do underground cristão e seu debut, Reject Darkness recebeu ótimos reviews em revistas e webzines. Holy  unBlack metal pra nenhum seguidor de Cristo (extreme) reclamar!! Seu segundo álbum, The History é aquele tipo de material para despertar os frochos metalheads. A boa dose de ousadia está na art do cd, que me fez lembrar o velho Devout (New Zeland), crucificado na época, por usar uma cruz invertida no logo. A representação de ambos, trata se da história de Pedro, "não se achando digno de morrer igual ao mestre"... Isso ca(u)sou polêmica no cenário mundial, levando os crentes a se dividirem em seus fóruns ‘mentais’. Os temas de The History, com base no título tem se a idéia de algo conceitual, mas com o encarte em mãos, não notamos essa conexão.
Esse disco revela o lado Gothic e Symphonic do grupo trazendo uma certa atmosfera ‘Saviour 'Morphia' Machine', que permeia ao longo das canções. A agressividade não é o forte deles nem o melhor do blast beats se reúne aqui, porém o conjunto da obra é feito com classe. No quesito melódico, O DS, não segue aquela linha do Vaakevandring (fader Vaa), estão mais pertos dos bigs, Crimson Moonlight, Parakletos...
Assim como "Martyrs" fez uma grande ‘intro-mission’, "Unfinished Era", ‘times over' em grande estilo esse registo.
I highly recommend this album to add your menu for future feasting.
[07] - [10]

Morbid Sacrice - Severed Death


A banda Morbid Sacrice não é conhecida por aqui, mas esse cdzinho, Severed Death vai ser bem aceito no underground. A escola dos caras é o death metal school com os growls lembrando o velho Mortification, Vengeance, mas a influência mais real deles, é o Crimson Thorn. Os riffs thrashing aqui é coisa de quem manja mesmo. Não precisa ser exatamente um death-headbager pra curtir esse material, e eles já estão no underground a mais tempo do que você possa pensar. Em sua trajetória algumas apresetações marcantes, dividindo o palco com os gigantes, Antithesis e Alethian.

Numa tour com o Hatebreed e Madball, eles seriam a banda de abertura, porém o show cancelado. Esse álbum já tinha sido lançado em 2002, de forma independente. E bastante tempo depois, resolvem assinar com o selo Open Grave, [Inclusive quero agradecer a Open Grave pelo o suporte grande ao metal cristão] e coloca novamente Severed Death a disposição dos fãs. O line up até aqui são :. Chris Auman (Vocals / Bass) Devilkill (Guitar) Nate Davis (Guitar) Tom Klinesmith (Drums). Segundo seu myspace, parece que  não estão na ativa novamente. Chris Auman e Tom montaram uma banda de death metal chamada Nightsbane, e Tom é o atual baterista do Royal Angush nas turnês. Fans de Antidemon, Skymetal, death/thrash não vão decepcionar-se com o Morbid Sacrice, disso eu tenho certeza. Great and Killer !!!
TRACK LISTING:
The Offering
Buried Alive
Humping The Dead
Misogynicide
Severed Death
Divinely Exhumed
Whom I Serve
Deliverance Of The Beast
Entrevista deles na Extreme Brutal Death #16
http://www.myspace.com/officialmorbidsacrifice
[09:00] [10:00]
By Norman Lima

sexta-feira, abril 01, 2011

Ceriminial Sacred :. Our war is only against hell

black metal no meio cristão não é mesmo mais nenhuma novidade, mas quando me encontro com um material desses em mão, não é muito fácil ir direto, ao obvio. Pois em termos de ser anti-satan, até que eu mesmo apoio totalmente, mais chamar isso de cristão, confesso que me causa medo. Risos...  Mas o lamentável que preciso dizer, é que o Cerimonial Sacred, é um projeto, e não uma banda, logo, não se deve ter esperanças para outro full. Porém, temos um bom exemplo, o maravilhoso  Slectvalk, que se tornou uma banda completa e ‘headliner’ do underground ], então o que nos resta, é esperar que esse caras sigam com sua música pesada,visto que, Our War Against Satan, certamente será devorado na cena. O material aqui, não desapontará os fãs do Vardoger, Arvinger e Antestor. Tudo nele não é diferente do que é feito no meio secular, e tem ódio o bastante nesse álbum, por que a horda não esconde que ama odiar o inferno. As letras são claras, onde a visão, enquanto ‘cristianismo’  é exposto, sem medo ou sem qualquer subjetividade, ao contrário, objetividade é um dos pontos altos, você pode notar diretamente no título desse cd. Um típico nome da lista de bons nomes do unblack metal. Os teclados se encaixaram perfeitamente na proposta em termos de estilo, mostrando que a técnica faz parte do seu conteúdo sonoro, não se abstendo dos momentos melódicos e raw.
Os Riffs de guitarras acompanha esse pensamento, seguido de um Corpse Paint acurado. O chifrudo tem mais um inimigo de peso. Mesmo não sendo um big fã de black metal, eu penso que esse material tenha uma boa resposta do público, ambos os lados, vale apenas para os apreciadores  (de acordo com seu gosto). Se ousar duvidar, então eu desconfio de sua seriedade musical. 
I have heard so far... [09]-[10]

By Norman Lima

quinta-feira, março 24, 2011

Antestor - The Forsaken | Silent Music Records

Honestamente, black metal nunca foi um estilo que esteve dentro do meu coração. Eu não o via como apenas um estilo musical. A conexão com o satanismo é muito forte, entre outras coisas from hell, por isso nunca estive por perto, quando o assunto era black metal. Eu não compreendia a idéia de algumas bandas cristãs, e também não me importava muito com aquelas que se rotulavam de black metal cristão. Em alguns casos eu poderia achar alguma coisa interessante, mas o certo é que a maioria das vezes, inconseqüentemente, as condenava, e pensava , que a cena não precisava ir tão longe quanto a estilo musical. Tempos mais tarde...Aos poucos fui me envolvendo sem muita pretensão, e lentamente observando, e foi quando me peguei apaixonado pela a banda Vaakevandring, e já não estava mais com toda aquela resistência, obviamente sem sentido. É o que penso hoje. Então, com muita frequência, fui adquirido materiais dessa linha ‘unblack’. Primeiramente, voltei um pouco no passado e fui ouvir com mais atenção, o Horde, o projeto musical de mais impacto, em termos de extreme metal.Esse novo álbum do Antestor é o melhor material que eu já ouvi em termos, diretamente extremo. No caminho, na bagagem, trouxeram algumas polêmicas, pelo o uso de corpse –paint com visual fortemente carregado, pronto para atrair inclusive os satanista. A fé dos deles, não estava escondida em suas imagens, mesmo assim, os cristãos não foram muito tolerantes com eles, e tiveram que enfrentar as duras críticas com postura em respostas bem radical também. Se por um lado, alguns não conseguia ver o Antestor como um grupo sério, eles nunca se importaram com essa opinião, e tudo fazia parte ‘kit’, então quem estava a favor ou odiasse, não se tornaria problema algum. The Forsaken, é um álbum que não é maior, ou melhor, que qualquer outro álbum de ‘um black, porém é difícil achar um que esteja superior a esse. A capa foi feita pelo o mesmo artista que fez do Dissection. E as ‘arts’ de ambos, tem uma leve semelhança. O que remete a pensar que pode ter sido de propósito ou coincidência. Outro detalhe, top dos fóruns, era o baterista Hellhammer (Mayhem). Isso praticamente fechou a seção de ‘controvérsia’. A raiva dos crentes estava declarada. Por outro lado, os apreciadores do estilo, vão devorar em segundos. Os elementos usuais e a técnica dos músicos, sob o comando de um frontman com seu ‘groms’ altamente qualificado, espanta qualquer sombra de dúvida, quanto a seriedade sonora praticada aqui. Icialmente anunciado pelo o Horde, o Antestor é mais um a provar que cristão sabe ser extremo com sua música.
They has expanded their sound. Check it out. Fans of unblack will love this album.

10 [10]
By Norman Lima

quarta-feira, março 23, 2011

Comeback Kid em São Paulo/SP (BRA) 13 de março /2011

Fotos: Erica Miranda
One True Reason, Comeback Kid e Sick of it all
13 de Março 2011
Carioca Club, São Paulo/SP (BRA)
...Logo em seguida veio o Comeback Kid. Eles sabiam que não era a mais aguardada da noite, que o público estava bem dividido, mas muitos dos que já lotavam a pista vieram especialmente para vê-los. E não decepcionaram. Logo na intro mostraram que viriam para fazer mais um show memorável. A música? “A little help from my friends” de Joe Cocker, também conhecida como o tema de abertura do seriado “Anos incríveis”.
Mantendo o mesmo set do show de Curitiba, que aconteceu na noite anterior, o CBK priorizou os hits e com isso ganhou o público que cantava todas. Promovendo seu mais recente disco “Symptoms + Cures”, lançado ano passado, abriram os trabalhos com “Do yourself a favor”, seguida por “False idols fall” e “Broadcasting”.
O simpático vocalista Andrew Neufeld falou o tempo todo com o público, agradecendo a presença de todos que os viam pela primeira vez e de outros que estiveram presentes nos shows de 2008. A polêmica grade que divide o público do palco também foi o assunto. Ele disse que entende que é por uma questão de segurança, mas deixou claro que não concorda com esse procedimento nem com o distanciamento do público. Por isso, cantou várias com a galera colada na grade, fazendo a alegria tem que se esforçava para não ficar esmagado e de quem pode chegar mais perto do ídolo. Do novo disco tocaram “Because of all”. “Die tonight”, “Partners in crime” e “Step ahead” enlouqueceu a galera e Neufeld a cada reação e feliz com grande circle pit, já nem tão kid assim parecia ter fôlego de um garoto de 17 anos e talvez não fosse o tempo cronometrado para o evento, faria uma maratona CBK fácil. Mesmo assim não deixou a desejar. Um dos pontos altos foi a execução do master hit “Wake the dead” cantado em uníssono e com uma intro linda seguida por “Lorelei” que encerrou o show.
E daí por diante era só expectativa. Pista tomada, mas não tão absurdamente cheia como se imaginava que fosse... Para ler a resenha completa, click aqui

By  Andréa Ariani

Fonte:. texto e foto [HORNSUP]

[albums to remember] Lovewar - Soak Your Brain (1993)

O Lovewar ficou conhecido por muitos cristãos no Brasil pela sua bela apresentação no S.O.S da Vida em 1994. Esse trio americano liderado pelo vocalista e guitarrista Tim Bushong fizeram um show memorável.
O som desse álbum em sua maioria é alternativo, fazendo um mix de hard rock dos anos 90 com muito groove e forte pitada de grunge também!!!
Tim Bushong substituiu David Bach no Guardian na edição anterior do S.O.S da Vida, a esposa de David estava para dar a luz e ele convidou Tim para assumir as 4 cordas e com certeza isso abriu a porta para que o Lovewar aparecesse no ano seguinte com sua banda.
No festival em São Paulo eles tocaram novas músicas e até anunciaram o breve lançamento do seu 2° disco, mas infelizmente o grupo mudou o nome para Channel Surfers e a proposta musical também e o 2° álbum do Lovewar foi enterrado, o que lamentei muito pois a qualidade das composições me impressionou muito.
Lamentavelmente o Lovewar ficou conhecido como a banda de um disco só!
David Bach descascou muitos elogios ao Lovewar e até a respeitada revista americana Heaven's Metal colocou esse disco no top 100.
Galera mais radical isso aqui não é para vocês ok?
Lovewar line-up:
Tim Bushong - Vocal e guitarra; Greg Purlee - Bateria e back-vocals e Rick Armstrong - Baixo e Back-vocals.

 Track List :

01.Soak Your Brain
02.Golden Rule
03.Take me
04.Welling up
05.Space in Time
06.You Win
07.Keep Your Hands Off My Stuff
08.In The Sea
09.Just the Same
10.You Are Not Alone




By Alessandro Pedro

quinta-feira, março 03, 2011

BEST OF ROWE PRODUCTIONS - EVANGELISTIC ARTILLERY:



Bem meus amigos, vocês sabem não é, que o Senhor sabe todas as coisas.
Aqui está alguns detalhes, comentado pelo o Steve Rowe, sobre a nova compilação da Rowe Productions, Best Of Rowe Productions Evangelistic  Artillery, celebrando 17 anos. Material exclusivo para os membros da Infiltration Squad.
Acredite, você precisa saber disso.
O SIN KILLER sempre quis levar a todos ‘boas news’. Não esqueçam isso.
E faça um favor por você, leiam isso, independente se você é ou não, um metalhead formado ou a caminho.
Ao considerar este Track List cheguei à conclusão de que eu queria não só representar essas canções inovadoras da Rowe Productions & ‘Metal Cristão’ em geral, mas também apresentar as bandas e músicas que mais significaram para mim pessoalmente. Eu comecei a Rowe Productions há 17 anos em 1994 e o selo decolou como um foguete no céu a partir do primeiro dia.
Com o Mortification eu penso que "Priests Of The Underground" enquanto música, resume totalmente a Rowe Productions e esta ‘missão’ de uma vez só. Além disso, foi a primeira canção gravada ‘independente’, fora de uma gravadora de apoio. Gravado em meu estudio Hammer Of God, quando eu tinha, e está no álbum Relentless, que foi o primeiro do Mortification lançado de forma indie, depois de trabalhar com a Nuclear Blast do qual a banda assinou contrato por 10 anos. Relentless está chegando reedição através Soundmass este ano de 2011.

A canção Beheadoth é um clássico! Naturalmente a primeira canção gravada pelo o Jayson Sherlock antes de mudar o nome da banda para o Horde. Jayson foi parte integral da formação clássica Mortification número 1. Gravando e tocando ao vivo com o Mort de 1990 a até o final de 1993. A bateria de Jayson e suas proezas na composição é bem exibida em ‘Mine Heart Doth Beseech Thee (Oh Master)’.
Harbinger foi uma grande banda de Heavy Metal clássico. Gostei muito do tempo que eles estavam aqui em 1994 gravando The End Is Near. Eu realmente queria assinar com eles.. Mas acontece que The End Is Near é a única música que eles haviam gravado antes de se separarem. Quando eu voltei dos EUA em 1995 após a gravação Primitive Rhythm Machine, eu estava procurando um novo guitarrista para o Mortification. Entrei em contato com o guitarrista do Harbinger para saber se ele queria entrar no Mort, antes de falar com qualquer outra pessoa. Ele é um grande guitarrista.! Mas ele não quis fazer a mudança para Melbourne, sair de sua casa e trabalho, em Sydney. Logo após, com 18 anos, Lincoln Bowen se juntou a Keith Bannister e eu na guitarra.
Ethereal Scourge eram uma das minhas favoritas assinatura na Rowe Productions em 1996. Eles tem apenas um e único álbum, Judgement And Restoration e é dos álbuns death metal de louvor de todos os tempos.
Falei com o guitarrista Asoka no ano passado e ele está olhando para uma reedição de, Judgement And Restoration em breve. Uma banda que eu teria amado continuar o trabalho. Eu me lembro vividamente do dia que eu estava diagnosticado com leucemia em Setembro de '96,  Ethereal Scourge que estavam no estúdio aqui em Melburne com Mark McCormack como produtor, Mark disse-me que quando eles receberam a notícia largou todos os seus instrumentos e oraram por mim o resto do dia!
Cybergrind é uma inclusão importante porque o guitarrista Mick Carkisle & baterista Mike Forsberg ambos tocaram num ponto chave do Mortification. Mick fez parte do clássico line up número 1, com Jayson, eu e Mike Forsberg tocou bateria em Brain Cleaner em 2004, com Mick Jelinic na guitarra. O último álbum gravado no estúdio do Mortification, o Hammer Of God com Mark McCormack novamente com produção a cargo de Mark McCormack. Trascend revela o talento de Mick na composição e a categoria de Mike na velocidade atrás do kit!
Metanoia foi a minha primeira assinatura na Rowe Productions, com seu primeiro álbum., In Darkness Or In Light agora considerado um Death Metal cristão clássico. Accute Obliteration é uma daquelas canções que imediatamente se destacou na época como sendo uma das tops.
Metanioa foi a única banda a realizar 3 álbuns de contato com a Rowe Productions. Mesmo seguindo os meus 2 anos de doença grave e quase morrendo por duas vezes, eles continuaram comigo. Grande admiração ao Metanoia por isso.
Vomoth é um projeto interessante de black metal por um outro baterista chamado O'neil que tocou no Cryptal Darkness antes de se tornarem The Eternal. Sob a orientação e Produção de Jayson Sherlock, Beyond The Gate é um Santo UnblackMetal jóia!
Grave Forsaken são definitivamente a minha banda de estimação a partir de anos mais recentes. Eu encontrei Vaughan Gregory alguns anos atrás, eu conheci um cara que é o verdadeiro Jesus Metal também! Foi uma honra lançar o primeiro álbum do Grave Forsaken, Beside The River Of Blood. Eu amo o estilo vocal falado de Vaughan no Buried Alive. O 4th cd do Grave Forsaken , Fight To The Death saiu via Soundmaass é um clássico do Jesus Metal! Estão meu Top 25 Albuns cristão de Todos os Tempos! É ótimo saber que eu fiz parte do grande ministério da banda!
Psycoma é uma cacetada das boas, do Power Metal de Jesus. Seu álbum, Album Of The Mind ainda está disponível via Soundmass.
Quando eu soube que Lincoln Bowen estava deixando o Mortification devido ao trabalho e compromissos familiares e após a nossa turnê mundial de 2001 com o Mortification, Adam do Psycoma foi o primeiro guitarrista, que chamei para entrar no se Mort. Adam também não queria se mudar para Sydney. Durante uma parte de tour pelos os estados unidos, em nossa tour mundial, eu conheci guitarrista canadense Jeff Lewis que, claro, veio para a Austrália para tocar no álbum Relentless do Mortification comigo. Foi nessa época que Mick Jelinic também entrou para o Mort, 9 anos. Mick é o membro com mais tempo de casa no Mortification.
Em 1995, o álbum de compilação de maior sucesso já lançado foi a Northern Lights-norueguesa compilação de Metal. É claro que a partir desta, Extol e Antestor passou a se tornarem grandes bandas no mundo da cena do Metal. Eu teria adorado assinar com todas as 4 bandas dessa coletânea lendária, mas o câncer me impediu de apresentar um possível contrato à elas. Na minha humilde opinião Groms é uma das melhores bandas de Death Metal de todos os tempos, presente na música cristã. Claro que o cara principal do Schaliach se juntou e fortaleceu a excelência musical do Extol.
Callous é uma participação importante aqui porque é um dos muitos sucessos de Phil Gibson Band Project. Ele foi o baterista do Mort em nosso frenético álbum Blood World de 94.
Também fez um belo trabalho de bateria na versão de estúdio de Time Cruzaders que juntamente com Beheadoth e Harbinger são as 3 músicas que representaram a primeira versão da Rowe Production lançando a Godspeed- Australian Metal Compilation. Também lançada em 1994. Eu amo muito música punk, porque é exatamente isso. Um sopro de ar fresco no meio desta Best Of Rowe Productions compilação.
Lightforce foi a banda que eu tinha 1986-1989. Em 1987 tornou-se uma verdadeira banda de heavy metal de Jesus, após as demos da banda de 1986 com um line up diferente Choose To Win foi a primeira e verdadeira canção de Jesus Metal que eu gravei, sendo Track 1, em 1987,Battlezone nosso álbum. Isso foi quando eu tocava baixo e realmente tinha algumas linhas 'Killer Bass'. HaHa! Eu amo essa música. Grandes memórias aqui!
Noiz Gate foi uma grande banda de Thrash cristão. Lembro-me vividamente tocando no Texas Rock Festival em 1996 e vendo o vocalista Juan Reyna pela segunda vez. Seu rosto era cinza! Perguntei a Juan o que estava errado e ele me disse que tinha acabado de ser diagnosticado com leucemia e tinha vindo fazer o seu último show antes de ir para casa para morrer. Sem seguro de saúde privado nos EUA ele não poderia receber qualquer atenção médica adequada? Juan executou com todo o talento que eu tinha testemunhado no ano anterior e eu tive a certeza que eu conseguiria uma música do Noiz Gate para adicionar a minha compilação de 1997.Lançamento da Rowe Productions, Maximum Frequency Overload -US Metal Compilation. Em setembro, eu estava diagnosticado com leucemia e, portanto Massive Freuency Overload, é claro, foi dedicado a Juan. Agora, cantando louvores a Deus no reino!
Eu lembro de sentir dores terríveis enquanto embalava as caixas de papel para o CD deste álbum de compilação e o primeiro álbum do Lament para enviar a Diamante, para prensagem e distribuição nos EUA, em livrarias cristãs. Eu fui para aquele vale do transplante mortal de medula óssea, sabendo que a missão do Jesus Metal que Deus me deu, me faria forte, embora eu estivesse muito perto de morrer.
O Frank's Enemy era uma banda de death metal com sonoridade original. Torturer também faz parte do CD Massive Frequency Overload- US Metal Compilation. Em 1994 e 1996, o Frank's Enemy foi um ótimo suporte em algumas das nossas datas na Flórida. E é claro, o guitarrista/vocalista Julio Rey foi membro fundador de uma das minhas bandas cristãs favoritas de todos os tempos, o The Lead!! 
Ambas as bandas eram bem únicas, e até hoje eu ainda ouço com frequência os álbuns clássicos do The Lead. Thrash hardcore para Jesus a todo vapor!
Creio que o Crimson Thorn seja a melhor banda cristã de death metal de todos os tempos! E eles também são pessoas muito agradáveis e generosas. Fizemos ótimos e memoráveis shows com o Crimson Thorn em '94, '96 e '01. Realmente Brutal!!
Por fim, o Wonrowe Vision. Minha banda de Heavy Rock para Jesus. Mais uma vez acompanhado por meu bom amigo Lincoln Bowen na guitarra e também por Andrew Esnouf, que agora também é oficialmente o novo baterista do Mortification! O Mortification e o Wonrowe Vision tocarão constantemente nos próximos anos e será excelente ser capaz de atingir uma subcultura de música underground diferente com o som rock do Wonrowe Vision!! Estou planejando alternar os anos entre o Mortification e o Wonrowe Vision, uma para cada banda a cada 2 anos. Até nos vermos novamente na turnê, aproveitem o metal de Jesus e unam-se a mim no Pelotão de Infiltração para invadir as fortalezas do diabo, pois unidos nós somos os Sacerdotes do Underground!!

1- Mortification- Priests Of The Underground.
2- Beheadoth (Horde)- Mine Heart Doth Beseech Thee (Oh Master).
3- Harbinger- The End Is Near.
4- Ethereal Scourge- Estranged From The Womb.
5- Cybergrind- Transcend.
6- Metanoia- Acute Obliteration.
7- Vomoth- Beyond The Gate.
8- Grave Forsaken- Buried Alive.
9- Psycoma- Choice Of Denial.
10- Groms- Ascention.
11- Schaliach- The Last Creed.
12- Callous- Why.
13- Lightforce- Choose To Win.
14- Noiz Gate- Five.
15- Frank's Enemy- Torturer.
16- Crimson Thorn- Dissection.
17- Wonrowe Vision- Vaporizer.



By Steve Rowe

fonte:.link original em inglês. Infiltration Squad
Trad. Norman Lima/Heder Osny

terça-feira, fevereiro 08, 2011

Germán Pascual - (Review show - Blackmore Bar)

25.JAN - São Paulo (SP)Local: Blackmore Rock Bar
Primal O'Ziriam , Heptah, The Four Horsemen (Metallica Cover Oficial).
- [Participação especial, Mario Pastore].



O fim do Narnia, foi uma das ‘bad news’ de 2010. Eles passaram pela a Europa, Japão, México, Estados Unidos, e o Brasil, ficou fora dessa escala. Bem, é verdade, não temos um promoter por aqui, especializado em shows cristãos, lamentável.

Paralela a triste notícia acima, a esperança não tinha sido totalmente engolida, os brasileiros teriam a chance de ver o Narnia, mesmo que não fosse com a formação original. E como eu sou fã, eu realmente penso dessa forma.
As expectativas em torno desse show, foi praticamente o assunto todo esse tempo. Comentei muito com meus amigos mais chegados.
As datas demoram um pouco para serem divulgadas, e a divulgação foi bem fraca, longe do esperado.
Acho que a produção ficou perdida, o Germán Pascual tem um público cristão, então o alvo deveria ser eles, mas isso não é pauta desse review e nem quero entrar no mérito...
O show do Blackmore parecia ser o melhor entre os outros, um lugar e local bem conhecido do fãs de metal. Um dos grandes pubs/bares de São Paulo voltado a música pesada.
Eu cheguei bem cedo, a chuva estava colocando medo nas pessoas, e choveu muito no caminho, mas nada preocupante.
A sensação de que o evento seria ótimo, surgiu com a recepção do Germán Pascual com todos, e foi uma ótima ideia chegar antes. Bastante familiarizado, ele veio em minha direção com um grande sorriso. O engraçado é que, falamos muito pelo o msn, mas foi como se conhecemos um pouco mais. Algumas coisas, as palavras parecem não descrever muito bem, então vou manter o foco na apresentação... hahahaha.
As bandas de aberturas sofreram pra tocar, o palco estava praticamente ocupado pela a bateria principal.
O show iniciou com o Primal Z, mostrando se bem influenciados por doom metal, e eles terminaram com o ótimo cover “Walk Away” (Sisters Of Mercy) na versão do Paradise Lost.
A próxima open-act, Heptah, apresentou seu prog metal, além de um bom domínio de seus instrumentos, um estilo onde a técnica tem seu show a parte, e mesmo sem um tecladista, e um frontman , à impressão foi ótima. Acho que ouviremos muito deles daqui pra frente.
Ultima das opener, Metallica cover, The Four Horsemen. Bom, a verdade é que não tem como ignorar, quando o trabalho é bem feito. Justamente nesse dia, achei que não era um boa hora pra covers, mas os caras foram muito bons. Ótimos!
The killer starting off com uma intro, lembrando o Saviour Machine, “Into This Game”, abriu com classe o espetáculo a seguir. Os vocais do Germán ao vivo é muito melhor do que ouvimos em Course Of A Generation ( último cd do Narnia) ou, no (MindsEye). Eles não poderia encontrar um vocalista melhor, é o que acho, definitivamente.
As mudanças, como ; os temas, o Leão não aparecer no último cd, entre outros detalhes, deixaram os ‘fãs’ tristes, mas foram super bem compensados com a poderosa performance on stage. “Sail around the world”, “Rain” e “Inner Sanctum”, revelou um bom entrosamento dos músicos contratados.
Um dos grandes momentos ‘highlights’, foi sem dúvida, em “Revolution Of Mother Earth”.
Adicionar “Seek The Truth” do seu projeto, Forged Wings, ao set fez uma conexão perfeita com as outras músicas, com uma pequena intro, onde ele simplesmente falou, ‘Busquem a verdade’, um tema interessante com uma execução fantástica.
A participação de Mario Pastore teve um destaque especial. Um discurso pra descontrair um pouco, e a surpresa a seguir, “When the Stars Are Falling”, como os nossos irmãos ‘gringos’ dizem, awesome ! Ainda contamos com a Scared, uma das minhas favoritas do Course Of... Um expressão adotada para esse encontro ‘Meet Steels’. Hahahaha This guys are killers lives! That’s killers screams!!!
“The Awakening”, uma das melhores ‘letras’ do Narnia, iniciou a parte dos clássicos.
A pequena plateia estava esperando mesmo por , "Living Water", e não sei exatamente o que escrever sobre esse momento. (Headbanging time). Eu praticamente ignorei a dança (you know what I saying (hahahaha). Eu não estou tão velho assim, ... eu acho.
E não seria um grand -finale, sem "Long Live The King"! Se eu vou ver um show melhor que esse em 2011?!! Não sei, quem sabe com o DivineFire.
Se aproximando do 'Exit Stage Left', o que me levou mesmo a ficar muito chateado, é notar e lidar com o fato, de que a cena do metal cristão, é decepcionante quanto a público.
Um outro ponto, como o German Pascual conseguiu deixar tantos ‘clássicos’ fora do set-list???? Eu perdôo.
Jesus Christ was glorified!


By Norman Lima


Pic Raphael Jorge.




segunda-feira, janeiro 24, 2011

Antidemon (Show -Review) A day of total crushing antichrist!!!!

Antidemon – 17 anos . 15/01/2011
Eis o meu primeiro show de 2011. Começei bem, sorry chifrudo. Em off durante algum tempo, para refrescar minha mente, minha vida, meu coração, my mind was black, resolvi voltar com o SIN KILLER. Antes, fui ver os shows do Dynasty e Seven Horizonz.
O que se nota de imediato, em relação aos velhos e alguns bons tempos, são mesmo a mudança de nome e local, pequeno mas parece abrigar bem os seguidores anti-satan comandado pelo o Batista (Bass and frontman) do Antidemon. Ao contrário do que eu esperava, eu consegui entrar, mas impossível ficar até o final, believe or not, eu tentei. Não tinha ventilação nenhuma e o pessoal estavam se matando nos socos, cotoveladas, e eu não quis correr o risco para conseguir uma foto boa, isso implicaria em sair machucado. Hahahaha. O palco não suporta performances tipo a do Antidemon, mas não pense que isso intimida eles. O som atual soa mais técnico , apesar do novo guitarrista parecer em fase de adaptação. O vocal do Batista é um dos mais incríveis, quando eu penso sobre death metal. Isso se tornou muito genérico, mas ele está na lista dos que fazem com classe. Suas apresentações, são bem intensas e completas!A Crash não estava lotada, com muitas pessoas lá fora, e isso é tudo o que eu tinha pra falar do set, com base apenas na parte que eu presenciei.
Encontrar alguns velhos e novos amigos nesses shows, sempre é bom, e aproveitei pra checar as exposições dos desenhos do Batista, e comprar uma shirt do novo cd, Satanichaos. (Killer desing!!!)
Em resumo, foi um ótimo show, comemorando seus 17 anos de vida, em casa e fazendo o seu melhor, que é a guerra contra satan.O que eu tenho a dizer pra finalizar? orem pelo o Antidemon! Deus usa essa banda!Setlist incompleto. “Cães do Inferno”, “Insanos Condenados”, "Maldito Lúcifer”, "Massacre", "Em quem vou acreditar”, "Usuário”, "Profundo abismo" e “Guerra ao Inferno”...
Anyway, crush the bloodied horns of the goat!!
By Norman Lima

quinta-feira, janeiro 13, 2011

DYNASTY - WARRIORS OF THE KING - Indie

Depois de um longo período de problemas, de "vai não vai" ,com gravadora, com produção e mixagem, particulares, mudanças na formação eis que temos em mãos o segundo trabalho do quinteto mineiro cristão e um dos nomes que é sem dúvida um dos mais representativos na cena; tempos depois do lançamento do cd foi anunciado o fim da banda, mas felizmente eles estão de volta.
Começando pela capa que é uma obra prima (e que somente os cristãos podem entender com precisão, sabedoria e respeito; aos curiosos leiam na BÍBLIA, APOCALIPSE)
uma vez mais feita pelo artista Marcus Ravelli e que já mencionei inclusive à banda-daria uma das mais lindas camisetas ou capa de lp que jamais poderiam ser feitas- musicalmente e mais importante é aonde residem as maiores mudanças: tecladista Gustavo Ivon deixou a banda por falta de tempo para dedicar-se e a cozinha baixista Ivan Almeida e baterista Ademir Machado foram substituídos respectivamente por Samuel Martins e Tiago Hadriez.
Musicalmente eles se mantem firmes no power metal melódico mas sem exageros ou trá lá lás, e agora a sonoridade está mais pesada e agressiva com vocalizações seguindo a nova tendencia e um instrumental bem mais tradicional e "gordo" o que foi um ponto positivo pois conseguiram eles ter o album licenciado na Alemanha pelo selo Pure Steel Rec ; a cozinha ritmica está bem mais pulsante e agitada e as guitarras mais cortantes com riffs mais poderosos e bons solos; as letras como sempre são pura e explicitamente cristãs, goste ou não (eu AMO) mas o vocalista e letrista Nahor Andrade poderia ter tido um pouco mais de cuidado pois a impressão é que alguns trechos foram traduzidos ao pé da letra direto do portugues, mas afora este detalhe são boas. Todas as músicas seguem um nível elevado de qualidade, mas particularmente apreciei muito o quarteto de início "Faith" "Life is a Miracle" "Warriors of the King"(um hino para se cantar em shows) e "Holy Fire" e também "Blood War" que segue mais o estilo do primeiro cd, porém bem mais pesada; não desmerecendo de forma alguma as que se seguem, todas ótimas músicas, para balançar os pulsos, bater cabeça e adorar ao SENHOR. Como bonus o quinteto gravou uma boa versão de "See No Evil", homenagem ao HOLY SOLDIER, ficou legal mas um pouco fora do estilo musical/vocal da banda, ou seja uma música puramente hard rock aqui metalizada.
[08] / [10]
By Eduardo de Souza Bonadia - Strike

quarta-feira, janeiro 05, 2011

SAINT – ALIVE FOREVER dvd

Provavelmente o dvd mas esperado do ano, pelo menos para os fãs da banda.
Se eu fosse citar alguns pontos negativos no show diria que faltou mesmo uma segunda guitarra, não que Jerry Johnson não tenha segurado o rojão pois teve uma performance brilhante mas faltou peso em algumas partes.
Outra parte negativa foi  as luzes do palco muito escuras, não souberam usar os recursos que tinham em mãos, o jogo de luzes parecem muito bom mas...E fica difícil saber se haviam muitas pessoas no show.Ultimo detalhe foi o set list, faltou alguns clássicos como 'warriors of the son','abyss','space cruzer', 'time's end', 'phantom of the galaxi','too late for living','the rock'...existem muitas outras canções que ficaram de fora como por exemplo eles não tocaram nenhuma música (ou se tocaram não foi incluido no dvd) do álbum Crime Scene Earth. Uma curuiosidade, eles tocaram mais músicas do The Mark do que do último Hellblade, e a novidade mesmo ficou com a música To Live Forever do álbum Perfect Life que seria do quarto album da banda "To Live Forever" pouco ante antes do fim em 89./

Os lados positivos: Josh Kramer foi perfeito os backing de Richard Lynch e seu baixo também perfeitos e Larry london também foi excelente tocando as musica do Hellblade com estilo do baterista original da gravação Bill Brost. Não conhece o Saint, veja isso.

By Edson O. 

sexta-feira, novembro 20, 2009

Greenleeves The Elephant Truth


Label |Indie
 A art cover e o título desse full, logo entrega que se trata de um álbum conceitual, ou seja um assunto específico de acordo com o ponto de vista da banda. The Elephant Truth, começa despertando uma certa curiosidade, eu diria também interesse, pois acho que eles estão querendo dizer algo para o mundo, usando essa historia que se baseia na jornada mental, de uma pessoa em coma. O que será que se passa na cabeça nessas horas? Bom, os temas relatam alguns momentos e sentimentos desse suposto transtorno, acompanhado de um prog metal, muito bem trabalhado, e um vocalista tão versátil quanta a complexidade musical. As claras influências de bandas tops do estilo, como; Threshold, Evergrey, Magnitude-9, Shadow Gallery, e é claro Dream Theater, ressalta o potencial desses caras, individualmente em seus respectivos talentos. A tarefa mais árdua deles, talvez seja agora conseguir lutar pelo o seu espaço nesse mundo prog, pois são muitíssimas bandas, a maioria ótimas. Eu considero Greenleeves originais. São 23 tracks, e todo o album é digno da apreciação dos exigentes fãs de prog-metal.
Mas eu vou ter que dizer as minhas preferidas. “ Come back to myself”, “Crisis” e Best friends”. A crushing example of prog metal scene at it’s best.
Se eles tem algum envolvimento com o metal cristão, isso eu não sei.
[6,0] / [7,0].
Myspace
By Norman A. Lima

segunda-feira, novembro 09, 2009

Grave Robber - Inner Sanctum (6 )


Começar uma banda é sempre divertido, mas receber atenção de um público específico é o próximo passo mais difícil. Vestir-se com trages de horror, para os caras do Grave Robber, pode soar como uma boa maneira de conseguir que ‘olhem’ para sua música. Num olhar mais atento, aprendemos que 'Inner Sanctum' não é assustador em tudo, mas um álbum de rock muito divertido .
Eu intencionalmente classifiquei esse material de rock-album (álbum de rock), porque essa é a única maneira que a escala larga de estilos musicais adaptados nas músicas do Grave Robber é rotulado como um. A capa brutal e a imagens da banda, com máscaras feias tipo a do Korn, mostram o que devemos esperar, um clima de medo, morte, raiva, fúria e brutalidade feroz. The Inner Sanctum (a Intro ) mantém a expectativa de vida, mas assim como "Detonation AD afirma , é claro que; Grave Robber é mais do que apenas mais um rock n roll circus. Melodias cativantes, multi-vocal e ritmos de bombeamento a impulsionar o seu nível de adrenalina, o medo, em vez de apertar o oxigênio fora de seu coração.
Os vocais de Wretched dão um toque especial ao som. Eles não são metal em tudo, e sim, scream/punk ou apenas um country normal. Você pode esperar então um rockabilly como This Train ou The Screaming Rays. E um pouce de ‘Tell Tale Heart’ confirma essa teoria. Eu gosto disso. Grave Robber parece não se levar muito a sério, misturando old-school do One Bad Pig, (tipo-de-punk). (‘I’m Possessed’), hardrock poderosos com melodias agradáveis e bons ritmos (" The Night Has Eyes' com belos solos de guitarrar e "I Spit On Your Grave ' com suas letras exageradamente apavorantes"
Para dar uma idéia do conteúdo das letras :
Horrorizar a família, tormentando os bebês durante o sono, as tácticas do demônio, tão fraco e covarde, este é o combate, nós declaramos guerra, aniquilar a escuridão, até não existem mais ( Shadows ).
Você trouxe a tortura, a dor que você deu eu vou trazer o terror, eu cuspir em seu túmulo (I Spit On Your Grave )
Eu quase posso provar o sangue pingando da ponta da sua língua que deleita-se em pleno luar, sobre os mortos que eles mataram hoje à noite ( The Night Has Eyes).
'Valley Of Dry Bones' é a canção que traz todas as peças do quebra-cabeça para mim. Ouvimos um Scarlet Red, "Fight Fire With Fire' melodias com multi-vocais ... o som de uma banda de hardrock dos anos oitenta, que ainda está ocupado a descobrir como tocar heavy metal. A melodia, típico de Alice Cooper, assustador, hardrock e bombástico ... tudo faz sentido, mesmo que a abordagem das letras, às vezes tirem atenção das mensagens escura que realmente tem um gradação mais grave.
Este álbum é muito diversificado para dar um simples aviso: Acho que todos aqueles que não apreciam no começo, WASP, Alice Cooper e Armageddon, vai receber um sorriso nostálgico. Qualquer um que esteja procurando uma versão mais alto de Stellar Kart ou Simple Plan, vão encontrar-se apreciando Grave Robber. E então os que estão realmente na área ‘assustador’. isto pode ser muito bom, caso você esteja procurando um novo Rackets And Drapes, mas se você gosta de Marilyn Manson e Virginia Creeper ... Experimente!!!
Grave Robber ... não assusta a todos ... mas ainda me manter cativo.. (e eu gosto!)
(Escrito por Hans van Vuuren, Novembro de 2009 | The Metal Resource 
www.myspace.com/hansvanvuuren
www.grootnieuwsradio.nl

quarta-feira, novembro 04, 2009

DRIVER – SONS OF THUNDER – Metal Heaven Records – Importado – N# 7

Muito interessante o som do Driver que, para começar, é formado por excelentes músicos, como o renomado vocalista canadense Rob Rock (que já participou de inúmeros projetos e bandas do meio cristão como Impelliteri) e Roy Z (guitarrista e produtor que já trabalhou com Bruce Dickinson e Rob Haltford). Completam ainda a formação do Driver, Reynold Butch Carlson (baterista), Aaron Samsom (baixista) e Edward Roth (outro ex-Impelliteri).
Roy Z desde cedo se viu influenciado por grandes guitarristas de vários estilos como Peter Green, Uli Roth, Jimmy Page, Frank Marino, Carlos Santana, Michael Schenker, Yngwie Malmsteen, Jeff Beck e Robin Trower e isso o propiciou uma dinâmica, técnica e estilo poderoso e marcante.
No caso do Driver e seu único album ate então, Sons Of Thuder lançado em 2008, esses músicos criaram um hard rock moderno e no que há de melhor em criatividade e técnica da atualidade.
“Titans Of Speed”, por exemplo, é uma faixa instrumental que abre o play, climática e com melodias e arranjos. Um hard n´heavy moderno bem marcante.
Na seqüência vem dois hinos, dois marcos do heavy metal cristão, “I´m A Warrior” e Fly Away”, dois hard rock trabalhados, cadenciados, com teclados climáticos ao fundo (embora a primeira Bob Rock já houvesse gravado em sua carreira solo e no Impelliteri). Essas duas de autoria da dupla Rob Rock/Roy Z.
“Hearts On Fire” já é tem um riff mais pesado de inicio, e cai logo após para um heavy metal quebrado. Destaque aqui e em todas as outras composições para o timbre bem criativo, agradável e para a interpretação bem dosada do Rob Rock.
Interessante a boa variação na linha de composições do Driver, por exemplo, a faixa título ‘Sons Of Thunder” é um petardo, um heavy metal na linha de “Freewheel Burning” (Judas Priest) só que mais power enquanto “Never Give Up” é uma faixa já cadenciada e com melodias e arranjos já mais acessíveis ao grande público comercialmente falando.
Eis que então temos a primeira balada desse release, “Change Of Heart”, e novamente a banda dá mostras de sua versatilidade, dessa vez mostrando influências de melodias e vocais de apoio do hard AOR a la Foreigner. Melodia contagiante.
“Dark World” e “Winds Of March” já possuem uma pegada de hard rock moderno com refrões trabalhados e pegajosos na linha de Rudi Axel Pell e Jeff Scott Soto. Vocais perfeitos e trabalho de guitarras idem.
“Only Love Can Save Me Now” é outra balada, dessa vez um pouco mais viajante e climática que a anterior mas os refrões ganham peso marcação mais acentuada.
“Tears That I Cry” é simplesmente matadora, uma das melhores com riffs pentatônicos na introdução e guitarras pesadas em power chords na sequência além de algumas progressões e arranjos bem trabalhados nas passagens e por fim, “I Believe In Love”, outra balada com tons mais melancólicos ao estilo de “Lonely Nights” (Scorpions).
Em suma, é uma banda de hard n´heavy rock moderna, competente, extremamente criativa e técnica com músicas de refrões fortes, riffs bem marcantes e arranjos na medida certa. Uma verdadeira aula de composição, execução e bom gosto.
By Fred Mika\ Strike
(Fred, escreve para o site Strike)

domingo, novembro 01, 2009

STRYPER – MURDER BY PRICE – Frontiers Records – Importado – Nota: 7


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Quatro anos separam este novo trabalho do insosso e fraquíssimo trabalho de retorno de um dos grandes(senão o maior?.) do rock/hard/metal cristão de todos os tempos, o decepcionante “Reborn” foi um balde de água glacial na cabeça dos fãs que esperaram por décadas por um retorno do quarteto à cena e quando retornaram… argghh poucos resquícios da velha sonoridade estavam ali, solos curtíssimos em meio ao instrumental pula pula modernoso e discutível, de bom apenas as letras e o trabalho vocal, impecável como sempre(mas também inferior aos trabalhos antigos) e a capa do cd que rendeu uma bela camiseta.
Humildemente aceitaram as opiniões dos velhos fãs que esperavam mais melodia, mais vocais altos, mais solos de guitarras, mais metal, mais hard das antigas, e conseguiram, porém, as influências modernas continuam em profusão porém bem mescladas ao resultado final.
Algumas músicas chegam a assustar nas primeiras audições como por exemplo “Eclipse For The Son” que tem um pique e feeling de punk noventista (meio Green Day) e “I Believe”que tem umas guitarras com baixa afinação que lembram até bandas de “rock emo” brasileiras, mas não chegam a fazer o ouvinte torcer o nariz; eu que já ouvi o trabalho “trezentas” vezes já me acostumei com elas; bom a banda está tentando se adaptar ao novo século… mas se prestasse mais atenção nos seus velhos fãs não teria mantido estas modernidades, mas perfeito só o PAI.
Peace Of Mind cover do BOSTON ficou bem legal e ainda com participação do guitarrista/fundador dos setentistas; deu vontade de ouvir o primeiro álbum dos originais(de 1977) e muitas saudades daqueles idos tempos; a música título é muito boa assim como a balada “Alive”; “Everything” tem um q de modernidade mas é bem agitada assim como “My love (I´ll Always show) que tem um começo meio Manowar(!!) depois cai para um hard com feeling rocker; "4 Leaf Clover" que apesar de algumas modernidades tem um riff e andamento bem hard/heavy oitentista característico do quarteto e e a bonus My Love My Life My Flame, uma baladona com orquestração, homenagem apaixonada póstuma de Michael para sua finada esposa…; enfim o trabalho está bem mais aquém com o que os fãs sempre esperaram da banda; Michael canta no tom normal, esbanja feeling nos “berros” (vai “berrar” bem no reino celeste); Oz Fox está bem mais inspirado do que antes e bem mais metal(sua estada no BLOODGOOD lhe fez bem) ; o batera que participou das gravações, Kenny Aronoff é um profissa de primeira e demoliu os bumbos na medida certa como o grande Robert Sweet e como sempre as letras são ótimas.
A capa foi elaborada e idealizada por um irmão brazuca, Gilvan Rangel Jr que deve estar chorando de emoção até agora pela chance única.
Vamos esperar que no próximo trabalho eles filtrem a modernidade de vez e voltem com um clássico total; fãs orai!!
By Eduardo de Souza Bonadia | Strike
Editor do site

sábado, outubro 17, 2009

OFICINA G3 – Depois da Guerra – MK Music – Nacional – Nota: 7,0

Passados 20 anos do início de sua trajetória, o grupo cristão Oficina G3 tornou-se exemplo de grupo que conseguiu aliar o propósito de divulgar o evangelho através da música pesada com seriedade, profissionalismo e técnica. Reconhecidos pela imprensa especializada, a banda rompeu todos os preconceitos e ressalvas, ilustrando capas de revistas, sendo entrevistada por alguns dos maiores veículos de imprensa nacionais e estando em turnê durante todo o ano nos mais diversos cantos do Brasil.
Agora temos aqui seu sétimo trabalho de estúdio, Depois Da Guerra, e esse grupo já contabiliza quatro discos de ouro, turnês internacionais pela Europa, América Latina e Estados Unidos, duas indicações ao Grammy Latino (2005 e 2007) e shows para mais de 500 mil pessoas, com seus instrumentistas sendo considerados alguns dos melhores do Brasil, endorsers de marcas reconhecidas, o Oficina G3 mantém uma solidez e renovação musical rara, difícil de se alcançar no mercado nacional.
Juninho Afram (guitarra), Duca Tambasco (baixo), Jean Carllos (teclado) e Mauro Henrique (vocal) ultrapassaram a barreira da música cristã, conquistando, pelo trabalho e competência, o respeito de quem entra em contato com sua obra.
O som passa por estilos como o pop, rock, metal e rock progressivo, com toques de jazz e outras sonoridades, a banda tem repertório vasto e diferenciado, contabilizando alguns clássicos no currículo: faixas que são imediatamente identificadas desde o primeiro acorde.
Satisfeitos com o que conquistaram, mas sem deixar que isto se transforme em acomodação, a banda parte para uma nova turnê, com a entrada do novo vocalista, Mauro Henrique, e com um álbum forte em mãos. Depois Da Guerra simboliza as transformações e a auto-crítica, sempre necessária, com o peso do rock em grande evidência e mostra mais uma vez essa grande versatilidade musical do Oficina G3. Desde a climática e viajante instrumental de abertura, “D.A.G.”, para logo cair no peso com influenciais do heavy metal contemporâneo com new metal da década de noventa em “Meus Próprios Meios”, e, o turbilhão sonoro não para ai. Do prog metal temos “Eu Sou” e “Meus Passos” que apresentam arranjos com ritmos quebrados, progressões e acentuações bem diversificadas.
“Continuar” e ‘Tua Mão” já são duas composições mais cadenciadas onde o vocalista pode trabalhar mais na melodia. Bonitas baladas com interessantes linhas melódicas do teclado embora a primeira seja mais climática e a segunda um pouco mais Power ballad.
“De Joelhos”, “Muros” e “Obediência” já são mais hard rocks modernos na linha do Dr. Sin com riffs poderosos e arrastados intercalados com arranjos de teclados.
A faixa titulo, “Depois Da Guerra (D.D.G.)”, bem pesada e com uma mensagem bem contundente, além de interessantes e variadas passagens que dão a faixa um clima especial, como as partes vocais que logo ganham corpo nos compassos posteriores para culminar numa passagem forte de bumbos duplos dos refrões e uma ponte mais light na seqüência e solos muito bem elaborados.
“A Ele” e “Incondicional” são outras duas baladas, mas dessa vez a primeira com toques das baladas do rock progressivo a La Kansas e Styx e a segunda com estrutura mais na linha do hard rock americano oitentista.
“Better” é outra faixa pesada mas dessa vez cantada em inglês assim como a interessante cover que fizeram para “People Get Ready” de Jeff Beck e Rod Stewart. Interessante a aproximação da interpretação para vocal rouco de Rod. Ficou muito boa essa releitura.As todo são quinze composições e a que fecha o álbum é mais uma balada power, uma versão para inglês de “Unconditional”. Enfim, um álbum pesado, com excelentes timbragens, bem produzido e mensagens incisivas.


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Review By Fred Mika | Strike Site

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