SIN KILLER webzine – Reviews: # Stryper
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domingo, junho 05, 2011

Stryper – The Covering

O Stryper apresenta um disco só com covers dessa vez, prestigiando bandas que os influenciaram musicalmente ao longo de toda a carreira.

“The Covering” vem com clássicos das bandas Led Zeppelin, Deep Purple, Judas Priest, Iron Maiden, Scorpions, Van Halen, Kiss, Ozzy, UFO, Kansas e Sweet e uma avivadora faixa inédita chamada “God”... Que é a única coisa inédita que vemos aqui. Esse disco vem recebendo fortes críticas principalmente pelos cristãos, pois muitos discordam desse posicionamento dos irmãos Sweet e seus amigos, alguns alegam que o Stryper deveria fazer na verdade um disco só com covers cristãos entre outras queixas mais ásperas...vou deixar isso de lado e vou falar do conjunto da obra ok?

Duas coisas me impressionaram ao ouvir esse novo trabalho do Stryper... a voz de Michael continua incrível e mesmo com as diferenças bruscas que as versões originais apresentam, sua voz consegue encaixar perfeitamente não causando nenhuma estranheza, não é uma cópia mas Michael consegue absorver a essência que ao meu ver é o mais importante quando alguém ousa tocar uma música alheia, seus refrões ficaram soberbos, que digam muito bem isso as versões do Kansas e Kiss, os pontos negativos ficam para a fraca e horrível capa que se fosse por não ter algo na manga era melhor “copiar” a idéia feita no Black Álbum do Metallica, concorda? outro ponto fraco foi a má escolha da música do Led Zeppelin, poderia ser outra né?

The Covering é muito bom! Estava curioso em ver o Stryper tocando Judas Priest, Iron, Deep Purple e C&A mas realmente esses caras são gênios, a pegada vista em Murder of Pride aparece fortemente nas faixas mais hard do disco, o que me satisfaz pois entendo que a pegada vista nos primeiros discos agora só fazem parte de uma bela história que eles construíram mas que também não posso negar que um pouco dela ainda esteja presente nessa nova fase do grupo. Minhas preferidas são “Set Me Free” (Sweet), “Blackout” (Scorpions), “Shot It Out Loud” (Kiss) e a fantástica “God” que poderia ser incluída em Murder by Pride ou em até no disco In God We Trust sem nenhum problema!

Esse poderia ter sido o disco que marcou a volta do Stryper, era só colocar a capa do Reborn nele que ficava perfeito. 

8,5 [10]
By Alessandro | Demolish

domingo, novembro 01, 2009

STRYPER – MURDER BY PRICE – Frontiers Records – Importado – Nota: 7


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Quatro anos separam este novo trabalho do insosso e fraquíssimo trabalho de retorno de um dos grandes(senão o maior?.) do rock/hard/metal cristão de todos os tempos, o decepcionante “Reborn” foi um balde de água glacial na cabeça dos fãs que esperaram por décadas por um retorno do quarteto à cena e quando retornaram… argghh poucos resquícios da velha sonoridade estavam ali, solos curtíssimos em meio ao instrumental pula pula modernoso e discutível, de bom apenas as letras e o trabalho vocal, impecável como sempre(mas também inferior aos trabalhos antigos) e a capa do cd que rendeu uma bela camiseta.
Humildemente aceitaram as opiniões dos velhos fãs que esperavam mais melodia, mais vocais altos, mais solos de guitarras, mais metal, mais hard das antigas, e conseguiram, porém, as influências modernas continuam em profusão porém bem mescladas ao resultado final.
Algumas músicas chegam a assustar nas primeiras audições como por exemplo “Eclipse For The Son” que tem um pique e feeling de punk noventista (meio Green Day) e “I Believe”que tem umas guitarras com baixa afinação que lembram até bandas de “rock emo” brasileiras, mas não chegam a fazer o ouvinte torcer o nariz; eu que já ouvi o trabalho “trezentas” vezes já me acostumei com elas; bom a banda está tentando se adaptar ao novo século… mas se prestasse mais atenção nos seus velhos fãs não teria mantido estas modernidades, mas perfeito só o PAI.
Peace Of Mind cover do BOSTON ficou bem legal e ainda com participação do guitarrista/fundador dos setentistas; deu vontade de ouvir o primeiro álbum dos originais(de 1977) e muitas saudades daqueles idos tempos; a música título é muito boa assim como a balada “Alive”; “Everything” tem um q de modernidade mas é bem agitada assim como “My love (I´ll Always show) que tem um começo meio Manowar(!!) depois cai para um hard com feeling rocker; "4 Leaf Clover" que apesar de algumas modernidades tem um riff e andamento bem hard/heavy oitentista característico do quarteto e e a bonus My Love My Life My Flame, uma baladona com orquestração, homenagem apaixonada póstuma de Michael para sua finada esposa…; enfim o trabalho está bem mais aquém com o que os fãs sempre esperaram da banda; Michael canta no tom normal, esbanja feeling nos “berros” (vai “berrar” bem no reino celeste); Oz Fox está bem mais inspirado do que antes e bem mais metal(sua estada no BLOODGOOD lhe fez bem) ; o batera que participou das gravações, Kenny Aronoff é um profissa de primeira e demoliu os bumbos na medida certa como o grande Robert Sweet e como sempre as letras são ótimas.
A capa foi elaborada e idealizada por um irmão brazuca, Gilvan Rangel Jr que deve estar chorando de emoção até agora pela chance única.
Vamos esperar que no próximo trabalho eles filtrem a modernidade de vez e voltem com um clássico total; fãs orai!!
By Eduardo de Souza Bonadia | Strike
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