SIN KILLER webzine – Reviews

domingo, outubro 16, 2011

VIRGIN BLACK – REQUIEM / MEZZO FORTE – Silent Music Records – Nacional – Nota: 5,0

Este é um lançamento bastante sofisticado de 2007 do grupo australiano Virgin Black que está sendo também lançado nacionalmente pelo selo Silent Music Records (que já conta com um bom número de lançamentos em seu cast).

O álbum conta com a participação do coral da academia Stamford da cidade de Adelaide, Austrália, conduzida pelo maestro Bruce Stewart. É um trabalho bastante melancólico, sombrio, excessivamente mórbido, apesar da excelente produção e mixagem.

O play abre com a faixa Réquiem, Kyrie, uma longa faixa em que há apenas vocalizações (solo e coral) sobre alguns arranjos de teclados e as vezes ganha certo peso e corpo mas sempre mantendo o clima bastante mórbido, também pudera. Réquiem é uma composição musical em homenagem a uma pessoa já falecida.

A próxima, “In Death”, segue o mesmo esquema, sombria demais, extensa, embora em certas partes há um andamento mais arrastado (não menos mórbido porém). Destaque para as boas intervenções da soprano Susan Johnson e do tenor Rowan London.

“Midnight´s Hymn” continua mantendo o mesmo clima, quase não há outros elemntos a não ser o coral fazendo contraponto com os vocais solos e os arranjos mórbidos de teclados.

Como não poderia deixar de ser, “...And I Am Suffering”, continua no mesmo esquema, a continuação da história, assim como “Domine” (esta já consta com mais elementos como guitarras, baixo, bateria) mantendo sempre o clima morbido, sombrio. Esta com mais de dez minutos.

“Domine” é a próxima (que também, como a anterior, consta com a participação da banda toda e ainda tem vocalizações guturais), mas sempre mantendo o clima excessivamente mórbido-arrastadão.

Temos então “Lacrimosa (I Am Blind With Weeping)” com o coral melancólico desfilando ao longo da música toda (de novo?) E finalmente, “Rest Eternal”, fechando a estória, e tome mais vocais apoiados sobre teclados.

É um álbum em Mi menor, daí se explica o clima apático, triste demais do início ao fim. Como disse, a produção é digna da melhor nota assim como o belíssimo e luxuoso encarte (apesar de não haver fotos de ninguém).

É um álbum infinitamente triste, todas as faixas e nessas, todos os trechos são recheados de melancolia, timbres sombrios, não há um só momento que difere essa característica no álbum. Nem o filme A Lista de Schindler apresenta um clima tão único, tão pesado.

Tem de estar realmente na fossa pra encarar um play como esse, sem uma nota mais ou menos alegre ou algum arranjo mais exaltado. Pra quem gosta (ou quer ficar deprimido por longo tempo) é o álbum ideal, o mais melancólico e sem variações (e olhe que já usei esse termo várias vezes por aqui) que já ouvi nos últimos tempos.

É a proposta mas por fim, considerei esse lançamento excessivamente monótono.

Site: www.virginblack.com

By Fred Mika
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VIRGIN BLACK – ELEGANT... AND DYING – Silent Music - Nacional - Nota: 9,0



Elegant… and Dying é um disco realmente curioso na sua essência musical, pois mistura o gothic metal, pitadas de doom e heavy, arranjos orquestrais e harmonias vocais semelhantes ao canto gregoriano, associadas em algumas partes, ao gutural.

As letras de temática cristã contrastam com os temas normalmente abordados pelos grupos góticos e dark e as musicas tem um andamento variado com alguns riffs e a distorção da guitarra que chegam a lembrar do Trouble. A maioria das músicas soa paralelamente ao triste e bonito, algumas vezes divagando pelo progressivo. O vocal, sem forçar a voz, tem uma pequena semelhança com Harry Conklin.

Esta banda norte americana já tem três discos lançados e começa a colocar seu nome em evidência no cenário musical tendo sido elogiada em várias publicações (com mérito, diga-se de passagem).

Talvez em parte o sucesso do grupo se deva à divisão das composições entre o vocalista, e tecladista Rowan London (que também produziu o álbum) e a guitarrista Samantha Escarbe (concebeu a capa do disco) que compõem separadamente. Além dos dois a banda conta com Dino Cielo (d), Craig Edis (g/v) e Ian Miller (b).

Elegant... and Dying é um álbum diferente do que tenho ouvido e por isto merece destaque. Originalidade não faz mal a ninguém e recomendado para os não radicais.

Site: www.virginblack.com


By Bob Riot
http://www.strikemet.com/

ENI DOMINE - TONGUES - MCM Music - Importado - Nota: 8,5

ENI DOMINE - TONGUES - MCM Music - Importado - Nota: 8,5


Depois de exprimentar em uma nova direção, mais melancólica e depressiva no trabalho anterior(23:59 de 2006)que resultou numa mistura da sonoridade gótica com o doom metal e vocalizações, instrumental que lembraram um pouco o CONCEPTION na sua fase experimental e vocalizações mais operáticas e teatrais no estilo KAMELOT, lembrando bastante vocalista Roy Khan.

Neste mais recente trabalho, reduzidos a um trio (dos componentes fundadores) o excelente vocalista Fredrik Sjoholm e os irmãos Weinesjo, guitarrista/tecladista Torbjorn e baterista Thomas fazem uma volta às raízes com vários arranjos e andamentos que remetem aos primeiros e ótimos trabalhos da banda e adicionando ainda estes novos e diferentes elementos em termos de timbragens, afinações, com partes mais modernas que soaram positivamente interessantes; quatro foram os baixistas que gravaram com o trio básico e pela primeira vez o instrumento se faz presente com bons debulhos; álbum realmente variado que não deverá somente agradar ao público cristão (letras inteligentes e sérias, como sempre), mas também fãs de doom,progressivo(sem "masturbações" sonoras) epara aqueles que gostam de ótimos vocalistas.

Música é complexa e envolvente com a ótima interpretação de Fredrik, muito mais Roy Khan do que Geoff Tate como nos trabalhos anteriores, com um pouco de dramaticidade do grande Eric Clayton(SAVIOUR MACHINE,eles fazem falta!!).Sem mais delongas, um álbum de qualidades inquestionáveis.



Site: www.venidomine.com
MySpace: www.myspace.com/venidomine

By Eduardo de Souza Bonadia
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VENI DOMINE

VENI DOMINE - 23:59 - MCM Music - Importado. - Nota:7,0


Quinto álbum do quinteto sueco de doom metal cristão que tem em sua discografia alguns dos mais brilhantes trabalhos dentro do estilo, principalmente “Material Sanctuary” e “ que trazem magnânimas longas composições, pesadas e lentas como manda o figurino, recheadas de belos climas pontuados por “camas” de teclados que davam um tom épico e o maior diferencial na sonoridade do VD, as vocalizações de Fredrik Sjoholm na melhor escola Geoff Tate com todas suas nuances e beleza na interpretação.

Daqueles tempos áureos além do vocalista,estão também os irmãos Weinesjo, guitarrista Torbjorn e baterista Thomas ; completam a formação baixista Gabriel Ingemarson e tecladista Mats Lidbrandt, mas as mudanças não param por aí,pois musicalmente eles deram uma guinada violenta,quase derrapando na pista...

Não que o trabalho seja ruim,mas passaram à fazer um quase gothic rock metalizado, com pouquíssimos resquícios do passado; as vocalizações estão graves e profundas, ou leves(neste caso lembrando um pouco Roy Khan em seus tempos de Conception,sem as levadas Geoff Tatenianas; os teclados estão sombrios,e a bateria soa fria e eletrônica, quase mecânica; felizmente mantem-se firmes e fiéis aos temas líricos e ainda continuam sendo uma das boas bandas da cena cristã, mas agora soam como “milhares” de outras bandas deste sub estilo mais depressivo e sorumbático.

 By Eduardo de Souza Bonadia)
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Vision : MOUNTAIN IN THE SKY


VISION – MOUNTAIN IN THE SKY – Born Twice Records – Importado – Nota: 8,0


Para entendermos esse álbum devemos voltar no tempo. Em 1983, um pastor da Assembléia de Deus do estado da Flórida, EUA, pediu a alguns de seus fiéis que formassem um grupo. Depois de algum tempo o mesmo passaria a incluir alguns membros famosos como os dois ex-membros do Lynyrd Skynyrd, Leon Wilkeson (baixo) e Billy Powell (piano). Vision realmente apresentaria o líder na pessoa de Rocco Marshall. Um bom guitarrista e cantor criativo com um timbre interessante e com interpretações de extremo bom gosto. Rocco realmente era o músico ideal desta banda.

Naquela época e até os dias de hoje, o cenário musical cristão era dominado praticamente por um seleto grupo de artistas que fazem um som limpo e de forte apelo commercial junto às radios (música gospel). No entanto, isso começou a não impedir que um grupo de artistas de fazer incursões a um som mais pesado como os pioneiros Stryper entre vários outros (lembrando sempre do Petra, o pioneiro primeiro uma década antes). Mountains In The Sky foi o seu primeiro lançamento (na verdade o primeiro album era homônimo, o título atual é para este relançamento). Neste álbum há uma forte influência do rock sulista que às vezes me faz lembrar de 38 Special, mas há também um som progressivo, por vezes, que me faz lembrar de Kansas.

São nove composições e dois testemunhos classificados como faixas bonus. A faixa-título abre o album, sete minutos que se movem sem esforço através de passagens diferentes e vários arranjos. "Lord Is My Joy" e "Dynamos" mostram interessantes melodias e muita energia, refrões ganchudos, verdadeiros hinos. "Coming Soon" traz uma combinação de blues e rock de sintetizadores, algo como Kerry Livgren da banda Kansas em sua fase cristã. E como disse anteriormente, há ainda uns breves, porém perspicazes, depoimentos de Leon Wilkeson e Powell Billy. Um álbum de inspiração e esperança que é exatamente o que o médico da alma receitou a todos nós.

Enfim, vou colar o mesmo final que a idéia para a indicação desse album, ou seja, um album (bem como a banda) indicado para quem gosta de grupos como Kansas, Styx, Blackfoot, Petra, entre outros, certamente vai se deliciar com o som do Vision. Tanto o álbum Vision (25TH Anniversary Edition) como este, que é o lançamento de estréia do Vision imperdíveis.

(Fred Mika)
Site da Gravadora: www.myspace.com/borntwicerecords

VISION – VISION (25TH ANNIVERSARY EDITION) – Born Twice Records – Importado – Nota: 8,5


O primeiro álbum do Vision, Mountain In The Sky, foi lançado em 1984 e gravado no estúdio do renomado músico Pat Travers. Esse lançamento apresentava dois membros do Lynyrd Skynyrd, Leon Wilkeson (baixo) e Billy Powell (piano). Powell continuaria tocando com o Vision até o ano seguinte, 1985, quando o grupo assinou com a Heartland Records lançando um álbum homônimo. Estes dois ex-integrantes do Lynyrd estavam tentando reconstruírem suas carreiras musicais depois do fatídico acidente aéreo de 1977 que matou três integrantes do grupo e machucou os outros (isso quando a banda estava no auge de sua popularidade).

Na época, Wilkeson estava dado como morto quando teve uma visão de um espírito em forma de uma enfermeira que o acolheu. Daí o batismo do nome Vision. Mas voltando ao Vision, esse álbum de 1985 tinha cinco faixas do álbum de estréia que foram regravadas e mais cinco inéditas (incluindo o hit "Standing On the Rock", definido pela revista Heavens Metal como um dos maiores hinos do rock cristão de todos os tempos). Rocco Marshall, com seu timbre agradável além de ser bastante criativo da linha de Steve Perry (Journey) e Dennis DeYoung (Styx), juntamente com o tecladista Powell (que ajudou a impulsionar o Lynyrd e depois deu forma e personalidade ao som do Vision) trouxeram uma mensagem profunda e música poderosa que continua atual até os dias de hoje.

Este relançamento do segundo álbum do Vision traz de volta a música que fizeram do grupo um grande nome da cena, uma musicalidade calcada num hard rock sofisticado e AOR com um verniz do classic rock e do rock progressivo. Uma musica única que não soa datada mesmo depois de vinte e cinco anos do lançamento original. Há uma profusão de excelentes riffs do inicio ao fim do álbum além de uma grande diversificação. Enfim, uma musica rica e variada. Os timbres e arranjos dos instrumentos estão muito bem estruturados. A interpretação do vocalista é impecável. E os instrumentistas que, dotados de uma rara destreza técnica, sabem como poucos criar, variar, ousar, sem soarem monótonos ou sem personalidade hora nenhuma.

É difícil destacar uma ou outra faixa em especial, pois as mesmas são bastante diversificadas entre si, ricas em detalhes, arranjos. Algumas com solos e intervenções de piano clássico ou de rockabilly, outras há violinos. Há várias interposições de sintetizadores. Destaque para todos os músicos do grupo além dos citados Powell e Marshall. A dupla da cozinha, Mike Maple (bateria) e Martin Tomlinson (baixo) fazem uma sessão rítmica poderosa, técnica e empolgante. E destaque também para o guitarrista e violinista Jones, o homem riff, além de David Jinright (sintetizadores). Ainda há a participação de outros músicos convidados para esse álbum.

Indicado para quem gosta de bandas como Kansas, Styx, Blackfoot, Petra, entre outros, certamente vai se deliciar com o som do Vision. Imperdivel.

(Fred Mika)
Site da Gravadora: www.myspace.com/borntwicerecords


Fonte : http://www.strikemet.com/

quarta-feira, setembro 07, 2011

Report show | Pastore | Heptah at P.242 27/08/2011


Review [txt and pics] by Claudio Tibérius


Antes de qualquer coisa, gostaria de agradecer a todos que estiveram carregando mesas e cadeiras, arrumando as coisas no salão, cuidando do som, da cantina, da porta, da segurança e conversando com os pouco mais de 60 presentes, para prestigiar o show das bandas HEPTAH e PASTORE. Foi uma grande noite, realmente.

Também esteve presente meu amigo Diogo do Rio de Janeiro que fez um pré lançamento do seu livro "Jesus não era evangélico" que trata um pouco da história do underground cristão e suas vertentes no Brasil...

O som apesar de um pouco alto estava muito bem equalizado, e o comentários das bandas ao final foi justamente este, "o som estava muito bom!!!"

Quando eu falo um pouco alto, falo dos meus ouvidos de tiozinho... rssss, Mas vamos ao inicio de tudo.

Conheci a banda HEPTAH através do Norman, produtor do blog "sin killer". Depois de algumas mensagens com o baterista Raphael Jorge, alguns telefonemas, fechamos tudo para a noite de 27 de Agosto no projeto 242.

Achei muito bom as duas bandas chegarem no horário marcado. Foi tudo muito tranquilo. A Montagem da bateria levada pelo baterista Fabio Buitvidas da banda Pastore foi rápida, passagem de som feita com toda calma, e tudo dentro do horário previsto.

Pontualmente as 20 hs o Heptah de Campinas veio com um som inovador. Trata-se de um Heavy Metal com vários elementos de Hard e progressivo, com bons trabalhos vocais feita pelos guitarristas Rhads Clemente e Ricardo Corsi e o baixista Luiz Pianowski mandando muito bem no seu baixo de 5 cordas, sem contar no versátil baterista Raphael... O cara manda muito bem!!!
Realmente o set do Heptah agradou muito os presentes.
Set-List
1 Intro
2 Dead Order
3 Something's Wrong
4 Insanity
5 Long Live the King [cover]
6 Never Die
7 Things in my Head
8 Reasons to Fight
9 Living Water [Cover]



Após uma rápida arrumada no palco vem o carismático e mito bem humorado Mario Pastore. Sempre ouvi falar muito bem do Pastore, mas nunca havia tido a oportunidade de ve-lo ao vivo, e a grata surpresa... O cara canta muito. E o time que ele tem acompanhando-o mandam muito bem. Raphael Gazal tem um riff matador.

e a cozinha do baixo Aléxis Gallucci e Fábio são bem fortes. Dava pra ver a alegria dos presentes em várias músicas entoadas pelo público, acompanhando toda a garra e energia do Mário Pastore.

Eu realmente achei que por algum motivo o horário iria estourar, mas enquanto observava o relógio perto das 22 hs, quando os ponteiros bateram o horário exato Pastore encerrou o show. Sem pressão. Tudo de uma forma muito bem conduzida pelas bandas mesmo...

Ao final, muita confraternização, muitos ois aos amigos que a tempos não se viam, e uma arrumação rápida do salão do projeto 242 para as atividades que continuam neste domingo...

Quero agradecer ao Pai pela festa qie tivemos, ao Norman pela dica do Heptah e ao Bonadia (Stryke) que faz um excelente trabalho promovendo bandas que além de tocar muito, tem algo a dizer... Valeu Pastore, Valeu Heptah...

Fonte | http://claudiotiberius.blogspot.com/2011/08/metal.html

segunda-feira, agosto 22, 2011

Leveler - August Burns Red


Por Ben Ami Scopinho | Em 21/08/11 | Fonte | Link Whiplash!

Assim como qualquer outro gênero, a saturação que atingiu a cena Metalcore mundial fez com que boa parte do público simplesmente nem desse mais a devida atenção a muitos lançamentos dos últimos anos. Mas, em meio ao oceano de descartáveis, sempre é possível encontrar bons trabalhos, como é o caso deste “Leveler”, o quarto álbum de estúdio do August Burns Red, norte-americano veterano lá da Pennsylvania.

Nota: 8
O texto representa a opinião do autor e não a opinião do Whiplash! ou de seus editores.



Se “Constellations” (09) mostrava o August Burns Red cultivando as melodias de maneira mais incisiva, certamente o novo disco é uma continuação óbvia desta maneira de compor. Mas, ainda que estas tais melodias e passagens limpas sejam realmente muito bonitas, não se sacrifica a boa e velha distorção, que permanece como sendo a parte mais interessante de sua música.

Somado a isso, é inegável que o pessoal esteja procurando experimentar e diversificar sua linguagem, acrescentando novos elementos ao Metalcore. E os melhores resultados aparecem quando o August Burns Red vai fundo neste sentido, como o observado no single “Internal Cannon”, onde se apimentou os arranjos com um pouco de música latina, tornando-a uma das canções mais significativas do álbum (já estão chamando isso aí de ‘salsacore’, é mole?!?).

Agora, todo o disco é dono de uma real originalidade? Não é para tanto... Mas o August Burns Red merece todos os méritos por construir um repertório suficientemente sólido – a melódica “Salt And Light” e as pesadíssimas “Poor Millionaire” e a faixa-título são matadoras – a ponto de representar o que há de melhor no Metalcore e, como tal, posicionar “Leveler” acima da maioria dos outros registros do gênero lançados nos últimos tempos.

Com letras edificantes e de claras referências cristãs, toda a variedade de tons, sons e vocalizações serão perfeitos para os devotos do Metalcore. Também é gratificante saber que o “Leveler” possui vários recursos que poderão ser explorados ainda mais no futuro, e creio que o August Burns Red seja suficientemente ambicioso para a empreitada.

Contato:
http://www.augustburnsred.com/
http://www.myspace.com/augustburnsred

Formação:
Jake Luhrs - voz
Brent Rambler - guitarra
J.B. Brubaker - guitarra
Dustin Davidson - baixo e voz
Matt Greiner - bateria e teclado

August Burns Red – Leveler
(2011 / Solid State Records – importado)

01. Empire
02. Internal Cannon
03. Divisions
04. Cutting The Ties
05. Pangaea
06. Carpe Diem
07. 40 Nights
08. Salt And Light
09. Poor Millionaire
10. 1-16-2011
11. Boys Of Fall
12. Leveler



Fonte/ Whiplash 

quinta-feira, junho 30, 2011

Audiovision - Focus



O vocalista e empresário sueco Christian Litegren é um sujeito workaholic, pois além de gerenciar sua própria gravadora, Rivel Records, ainda faz parte e direciona diversos projetos como as bandas Narnia, Wisdom Call e no caso aqui a banda cristã Audiovision além de outras.

Esse álbum, Focus, foi lançado em 2010 e distribuído pela Ulterium Records e contendo onze composições no melhor estilo heavy metal moderno com inclusão de vários elementos como hard rock, além de possuir um pé no rock alternativo mais pesado. Bases arrastadas se contrapõem às outras mais rápidas e retas (como a faixa de abertura do álbum, "Invitation", e "We Are Not Alone") e outras ainda mais cadenciadas, porém cheias de groovy. Quebradas de tempo, de andamento e passagens intricadas também estão presentes.

O guitarrista Torbjörn Weinesjö cria e distribui bem os riffs da banda apoiado pelo teclado épico de Olov Andersson, mas a estrela do grupo continua a ser mesmo os excelentes vocais e interpretação de Christian, que são para lá de convincentes. Os refrões são fortes e os vocais de apoio bem encaixados além dos timbres estarem magnificamente bem estudados e bem equalizados (solo e bases de guitarras na medida certa).

Composições diferentes como "Keep The Fire Burnin´", que é tipo daquelas faixas que empolgam já na primeira audição, e "The Son Will Come" (meio na linha de "Last In Line" do saudoso Dio), esta uma música mais arrastada e pesada, mostram o potencial e dinâmica para variar do Audiovision. "You Are The Reason" há uma cavalgada em bumbo duplo alternando com bases mais pesadas e acentuações entre elas além do bonito solo melódico. O baixista Simeon Liljegren e o baterista Thomas Weinesjö fazem um trabalho competente, preciso, mas nada de extraordinário.

"Fruit Of Love"é uma balada climática, somente com vocais se apoiando em acordes de guitarra sem distorção e uma leve base de teclados. "We Will Go" e 'The Way" são cheias de energia, de quem bebeu na fonte da NWOBHM. "I Will Belong To You" é pesada, arrastada e dramática, com um solo belíssimo, exótico, com lindas melodias e riffs que evocam clima do Oriente Médio antigo.

"The Gate" é outra balada, só que dessa vez mais melancólica que a anterior (para que o leitor se situe, esta é algo como "The Sign Of Southern Cross" do Black Sabbath) com refrões profundamente emotivos, lindas melodias e vocais de apoio, ora fazendo os contra cantos, ora apoiando o vocal principal em forma de solfejos.

O play se encerra de um modo incomum, com a fixa título "In Focus", uma instrumental onde vigora o clima de suspense, links melódicos de guitarra se sobrepõe tendo como pano de fundo marcações do surdo da bateria (outra comparação para o leitor, no caso aqui imagine algo como "Today Is A Good Day To Die" do Manowar).
É um álbum denso, forte em vários sentidos, rico e que explorou vários aspectos musicais como interpretação, melodia, harmonia, arranjos e tudo isso sem se deixar cair em clichês, pois o álbum é bem variado e como disse anteriormente, conta com elementos de vários outros estilos. Pode não ser aquele lançamento que marca época mas com certeza é um bom lançamento que tem a supervisão de Christian, um sujeito com muito bom gosto. 


8/10

Site: www.audiovisionsweden.com
MySpace: www.myspace.com/audiovisionsweden


Review by (Fred Mika)
Strike webzine

terça-feira, junho 28, 2011

As I Lay Dying /Heaven Shall Burn Maio 2011| São Paulo

As I Lay Dying:Carahter, Heaven Shall Burn e As I Lay Dying
28 de Maio de 2011
Carioca Club – São Paulo/SP (BRA)  
By Rachel Belo
. 
A banda de abertura já dava o tom de como seriam os shows principais da noite: barulho e moshs gigantes. Um pouco depois, no entanto, os mineiros da Carahter deixam o palco com a platéia aos gritos de “Heaven Shall Burn” – banda que viria na sequência. Enquanto acontecia a troca de palco e apenas com uma baixa música ambiente, a pista do Carioca Club se abre em uma roda que ocupa quase todo o espaço reservado para o público. É nesse momento que, devo confessar, me senti uma caloura em shows de rock. Praticamente impossível saber o que acontecera enquanto os gritos de “Heaven Shall Burn” aumentavam.

E parece que a mesma sensação de embasbacamento perante os presentes também empolgou a banda alemã, que entrou no palco toda uniformizada em camisas vermelhas e calças prestas.
Mesmo com sotaque carregado, os músicos fizeram questão de interagir, ou melhor, reger os presentes no local, dividindo-os em dois grupos, em uma competição que acabou em um monstruoso spiral full circle.

Depois de, cerca de, 35 minutos de show, não acreditava que nada mais iria me surpreender. Engano meu. Essa opinião durou apenas até a terceira musica do As I Lay Dying começar. Com “An Ocean Between Us” – que veio atrás de apenas da canção de abertura “94 Hours” – era impossível ouvir os vocais de Tim Lamessis, tudo que se ouvia eram os fãs e, confesso, foi arrepiante.

Depois de agradecer ao público que ele considera o detentor de “uma das melhores lembranças do que é esta em turnê” ao final de “Upside Down Kingdom”, o AILD emendou uma seqüência mistureba dos dois CDs mais recentes dos caras (“An Ocean Between Us” – de 2007 – e do “The Poweless Rise” – de 2010). “Beyond Our Suffering”,” The Sound of Truth”, “Anodyne Sea”, “Forever” (essa do já “antigo ”Frail Words Collapse”, de 2003) e “Though Struggle”foram algumas delas.

Parecia que, após oito músicas, o conjunto californiano estava pronto pra deixar o palco paulista. Segundos depois, porém, eles estavam de volta para encerrar a noite com “Separation” – outro grande momento do show, onde durante a galera acompanhava o instrumental da introdução apenas com palmas e os famosos gritos “oh, oh, oh!.

A última música do curto setlsit foi “Nothing Less”, que fez com que os fãs saíssem com um gostinho de quero mais. Um gostinho de quero mais, misturado com uma sensação de novo, de pesado, de sangue!

OBS: Não cabe a mim – e acredito que a ninguém – ,mas acredito que, perante a reclamação de maioria sobre o curto setlist, deixo aqui uma questão: até quando seremos dependentes de casa que expulsam fãs – e bandas porquê eu vi – no “horário marcado” por terem um outro evento programado para o próximo horário? Pra quem curte, fica a dica. No Carioca Club você pode bater cabeça com Heaven Shall Burn e As I Lay Dying em um segundo e no próximo encarar um pagode ou um sertanejo. Abrangente, né?

Edição: Andréa Ariani
Fotos: Flavio Hopp







Fonte ::: http://www.hornsup.net/
http://www.hornsup.net/index.php/2011/06/21/hsb-aild-sao-paulosp-bra/

Comeback Kid | Hellfest Open Air 2011

Hellfest Open Air 2011
17/06/2011 - Val de Moine - Clisson, França
By Mauricio Melo / Zona Punk


... Nos restou a espera pelo Comeback Kid e seu pefeito show. Apresentando músicas de seu último trabalho Symptons + Cures e petardos como "G.M. Vincent and I" e "Do Yourself a Favor", além das que já conhecemos como "Wake the Dead" ou "False Idols Fall", os canadenses demonstraram que já não se trata de uma banda de kids e que construíram uma boa reputação...




Para ler o review completo, click em :
http://www.zonapunk.com.br/ver_res_show.php?id=853

sábado, junho 25, 2011

Show | Divine Symphony no Teatro Chaminé - 19/06/11 Manaus


txt by Marcos Veríssimo, e pics  Adelson Pinheiro
Os dias que se antecederam ao evento foram de expectativa, boa parte pelo anúncio de surpresas que a banda apresentaria, as quais não duraram muito para serem espalhadas nas redes sociais (risos). Enfim, de certa forma mais um atrativo para que as pessoas comparecessem, quem não foi certamente perdeu uma oportunidade única.
Com um mínimo de atraso para começar o evento, uma introdução atmosférica foi reproduzida e a narração de uma voz poderosa criou o clima inicial de reflexão e preparação para o que vinha depois. Com o passar do tempo, as pessoas se achegaram mais perto do palco e em seguida "High Ideals" começa com a introdução dos teclados de Rodrigo Protazio, criando um belo clima com a entrada das guitarras. Não custa muito até a banda voltar a demonstrar toda a sua brutalidade com os vocais de Janderson Moreira e cia. Os backing vocals limpos de Kelton Kellyo puderam ser ouvidos novamente nesta música, um momento de tranquilidade atmosférica e nostalgia para quem já ouviu o último CD da horda.

"Frustrered Dreams" começa a todo vapor com a bateria incessante de Jonathas, os vocais rasgados de Janderson e toda a fúria das guitarras. A pancadaria segue intensa até boa parte da música, quando os teclados lideram por momentos uma calmaria, antes da banda voltar com tudo, o que não é nem um pouco ruim. Janderson então diz que a próxima música seria do primeiro CD "Reject Darkness", eu logo de cara gritei "God's Wrath!!!" e pra minha surpresa foi exatamente em cheio! (risos). Antes de a música em si começar, ele fala ao público sobre o que se deve temer mais nesta vida: a ira de Deus sobre a nossa desobediência e pecado, mas apesar disso o tempo de arrependimento ainda está ao alcance de todos antes que seja tarde. Então Kelton e Daniel começam o dedilhado de introdução nas guitarras, sendo acompanhados pelos teclados. Sem dúvida esta é uma das músicas que fizeram a banda ser popular entre muitos. Mais outra do primeiro CD, "Cry in the Dark" começa sombria com os teclados e o baixo de Wilson Amaral. A música segue num clima soturno por quase 3 minutos até enfim descambar em total ataque sonoro, sem deixar a atmosfera proporcionada pelos teclados em segundo plano. E com esta breve apresentação de 6 músicas foi celebrada a volta de (não mais) antigos integrantes à Divine Symphony, Janderson nos vocais e Kelton em uma das guitarras. 
Com a formação clássica do segundo CD praticamente de volta, a horda se prepara para a gravação de um videoclipe e as composições do próximo álbum. Que Jeová Sabaoth esteja na frente dos planos, estamos no aguardo e com grandes expectativas! E mais uma vez a horda amazonense Divine Symphony se apresentou no palco do Teatro Chaminé, em parceria com a Secretaria de Cultura do Estado, valorizando os artistas da região.
A seguir "Giants" começa com toda a técnica do Jonathas Carlos na bateria e logo as guitarras de Kelton Kellyo e Daniel Nogueira entram em cena. Esta música que demonstra nos versos a fé dos integrantes logo de cara: Acreditamos no Deus Todo-Poderoso! No início o público estava meio tímido, a maior parte sentada enquanto outros apenas tiravam fotos ou filmavam a performance da banda.
Para finalizar a apresentação: "Dogmas and Doubts" do segundo e último CD "The History", os teclados entram viajantes, abrindo caminho para mais velocidade e técnica da banda como um todo. Brutalidade do começo ao fim tanto nos instrumentos quanto vocais.

Set-list:
Giants
High Ideals
God's Wrath
Frustrered Dreams
Cry in the Dark
Dogmas and Doubts

sexta-feira, junho 24, 2011

Liberty 'N Justice - Chasing a Cure (Roxx) 2011



1. Say Uncle (Paul Shortino of Quiet Riot / Rough Cutt, Ron Keel of Keel & Eddie Ojeda of Twisted Sister) (4:27)
2. Throwing Stones (Donnie Vie of Enuff Z Nuff & JK Northrup of King Kobra) (4:16)
3. Paige’s Song (Philip Bardowell of Magdalen/Unruly Child/The Beach Boys & Tony Palacios of Guardian) (4:09)
4. Playing God (Terry Ilous of XYZ, Jeff Paris and Richard Kendrick of Near Life Experience) (3:47)
5. Chasing A Cure (Benny Mardones, John Pine & Bill Leverty of Firehouse) (4:29)
BONUS TRACKS
6. Black Or White (Terry Ilous of XYZ, Alton Hood of D.O.C., & JK Northrop of King Kobra) (3:57)
7. Quicksand Jesus (Kelly Keeling of Baton Rouge) (5:29)
8. Snake Eat Snake [electric version] (David Raymond Reeves & Don Webster of Neon Cross) (4:53)
9. Butterface (Mark Allen Lanoue of Biloxi & Joshua Perahia of Joshua) (3:56)
10. When Mullets Ruled The World (Philip Bardowell of Magdalen/Unruly Child/The Beach Boys & JK Northrop of King Kobra) (4:16)
11. Ground Zero (Kelly Keeling of Baton Rouge, Kerry Livgren of Kansas, & Carmine Appice) (8:20)
12. Eve [demo] (Tommy Denander on guitars) (3:18)
13. Damascus Road [demo] (Tommy Denander on guitars) (3:43)

"Chasing a Cure" was originally released as a 5-song, download only EP. It was released to try and raise money for The Epilepsy Foundation. It is now a 13 song CD consisting of the original 5 song EP and 8 bonus tracks. As with past Liberty 'n Justice albums, the contributors are a who's who of 80's rock with well know guys like Carmine Appice, Paul Shortino, Eddie Ojeda, Kerry Livegrin, Kelly Keeling, etc. lending a hand. Of course, the main man behind the project is Justin Murr with Vic Rivera lending a hand in the songwriting process. The cover art was done by Rex Zachary, who is becoming well know for his cover designs. I myself was able to lend a hand in the layout of the digi-pack.

"Chasing a Cure" is a fairly melodic and mellow affair. It's almost like listening to an album of power ballads, with most songs oozing melancholy emotion. This is especially true of the original five song EP. "Paige's Song" is an acoustic based song written to and dedicated to Justin Murr's daughter, Trinity Paige Murr, who struggles with epilepsy. She was diagnosed with epilepsy at agand has battled through daily medication, hospital stays, cluster seizures, comas, three weeks in the ICU and even brain surgery.

Of the bonus tracks, "Butterface" is a modern hard rock song and probably the hardest rocking song on the album. "Eve" is another hard rocker, with a slightly modern flair. The song features strong female vocals, though the vocalist for this song isn't listed. "Snake Eat Snake" is a slow, melodic rocker featuring Neon Cross' David Raymond Reeves on vocals and Don Webster on guitar. This song, "Eve" and "Butterface" are really the only hard rock songs on the album. Overall, I suppose the music would best be described as AOR. I had assumed from the song titled that "When Mullets Ruled the World" would be a humor-filled rocker about the 80's rock scene, but it too is pretty much a ballad, probably best described as an 80's power ballad. "Ground Zero" is an epic, progressive rock song that sounds a bit like Kansas. This might be due to the fact that Kerry Livegrin penned the song. This song is definitely my favorite of the album. It features some stellar guitar work. "Black and White" is a Michael Jackson cover and "Quicksand Jesus" is a Skid Row cover. Not surprisingly, the album ends with another ballad, a demo version of "Damascus Road".

"Chasing a Cure" is the longest EP I own. Thirteen songs would definitely put it in the full length category. Money for the EP goes to a good cause. As such, I highly recommend picking up a copy.
08 [10]

Reviewed by Scott Waters



More 'killers' reviews from SW, in http://www.nolifetilmetal.com/libertynjustice.htm

domingo, junho 12, 2011

Poems of Shadows - Nocturnal Blasphemous Chanting


Hmmm...I can't decide whether this is a Horde cover band, a Horde tribute band, or a Horde rip-off band. Poems of Shadows hails from Brazil, and to say that they are obsessed with Horde is an understatement. Nocturnal Blasphemous Chanting is a raw, grim black metal album from start to finish and just about every song has some Horde influences, either musically, lyrically, or both. Now before you Horde fans get all giddy, Poems of Shadows doesn't really compare talent-wise to Horde. They are a decent band, yes. But this album will never gain the cult status thatHellig Usvart has. For one, Horde was really the first true black metal album put out by a Christian. Secondly, Horde was one mysterious person who never revealed his identity...and surprisingly, many people still do not know who was behind it. Poems of Shadows doesn't hide their identities...and that's kinda unfortunate as the corpse-painted band members may gain a few chuckles from those who see their pictures in the CD booklet. And thirdly, Horde was put out on Nuclear Blast Records amidst death threats on the man behind Horde and even Nuclear Blast themselves. I could go into more reasons, but this is not a Horde history lesson, but a Horde review Poems of Shadows review.

Musically, this band is not too bad at what they do. They have the fuzzy, distorted guitars played at a blistering pace. They have tons of blasting by a pretty good drummer who seems to tire at times, but does a decent job for the most part. The drum sound is actually good for the genre. At times it even has the hollow, haunting sound that Horde had. And the vocalist does a solid job at the blackish vocals. Sometimes he's in your face, but he also dials in that Horde style that sounds kinda distant and cold. And really, the production isn't as horrible as some of the Brazilian black metal bands I've heard in the past.

Lyrically is where I REALLY wonder about this band. They basically rip off most of the lyrics on Hellig Usvart, and even some of the song titles. Instead of "Silence the Blasphemous Chanting" we have "Nocturnal Blasphemous Chanting". Instead of "Drink from the Chalice of Blood" we have "Covenant Chalice of Blood". Instead of "Crush the Bloodied Horns of the Goat" we have "Crushed into Dust...Forever, Eternal" (which is actually the closing line of that Horde song). Instead of "The Day of Total Armageddon Holocaust" we have "Complete Destruction, Absolute Annihilation" (which is actually two of the last three lines of that Horde song). And then we have a actual Horde cover song of "Behold, The Rising of the Scarlet Moon". And that's just the songs titles folks. The lyrics are sometimes word for word and sometimes just re-worded or with a line added here or there.

I guess if you want to get technical, one thing they did do differently is that they included some multimedia stuff on this disc. There is a band biography, band pictures, lyrics, and some studio videos to watch. I actually had to opening the videos out of Windows Explorer cause when I clicked on the multimedia link when it came up, all it kept doing was sending me to Blockbuster Movies' website. Not sure what was happening there. Anyways...nothing special on the multimedia extras, but cool that the band tried to include sometime special on the CD.

This band is actually not that bad. Fans of primitive sounding black metal will probably like this...at least somewhat. I just think the band should really considering doing their own thing and not just copying somebody else.

Review By: Matt Morrow [thewhippingpost] Rip!!!

quarta-feira, junho 08, 2011

Wonrowe Vision - Mission Invincible (Silver Bullet) 2010


Wonrowe Vision - Mission Invincible (Silver Bullet) 2010

Wonrowe Vision is a side project of Mortification bassist Steve Rowe and ex-Mortification guitarist Lincoln Bowen, along with drummer Andrew Esnouf. As might be suspected, the power trio purposely steers clear of the standard Morty death metal and thrash metal formulas and attempts to create something that is far outside the boundaries set by that band. What they end up with is a slab of guitar and bass driven rock and roll with a heavy 80's punk edge. Comparisons to early Motörhead are not completely far fetched. However, despite the comparison and the fact that this band doesn't sound like Mortification, this still very much sounds like Steve Rowe. His raspy, voice, his bass playing and his style of songwriting is immediately recognizable.

"Spirit of the Rock" is a simple, hooky, biker song that possesses a raw charm. "Vaporizer", "The White Rock" and "Smile Your way Through Life" bring forth the Motörheadcomparisons. It's that mixture of classic rock, heavy metal and punk that give Motörhead their sound and what also drives Wonrowe Vision's sound. "The White Rock" also has a bit of The Ramones mixed in as well. "Run in Circles" is an acoustic ballad that has Steve Rowe talking out the lyrics, much like Lemmy might. The vocal technique and the music on this particular track are actually an odd pairing. "Wreath The Passion Of My Fire" is an odd track as well with a bit of jazzy sound and features whistling as a main part of the song. While it is definitely odd, I also found this song to be one of the most compelling and interesting. It definitely strays far from anything that Steve would have done under the Mortification banner. "Smile Your Way Through Life" made me smile as it's such a autobiographical song about Steve Rowe. All through his career, whether playing death metal or thrash metal or whatever, Steve has always been one to smile and enjoy himself when performing and even when posing for promo photos. Many have actually criticized Steve for this, which I found a bit odd. As such, the song made me smile, just knowing the man behind the lyrics.

Unfortunately the production leaves a lot to be desired. The sound is very compressed and narrow, almost sound like it is being played out of an old single speaker transistor radio. Perhaps this was exactly the sound the band was going for. Production usually isn't a big concern for punk bands and early Motorhead was similarly narrow. Probably the biggest disappointment in the mix, however, is that the drums are mixed way behind the bass, vocals and guitars. I kept cranking this album up in my car trying to make it sound like what I really wanted to hear, but the drums just aren't there like I would have liked.

For a limited time the album also comes with a DVD of two of the bands concerts; one at a skate park and the other in a club setting. The DVD is professionally edited, though is shot from what appears to be a single camera.

DISC ONE (CD)
1. The Spirit Of The Rock (4:32)
2. Mission Invincible (4:06)
3. Resident Spider (3:51)
4. Vaporizer (3:17)
5. Run In Circles (4:47)
6. The White Rock (2:59)
7. Smile Your Way Through Life (4:09)
8. I'm Not Afraid of the Dark (2:17)
9. Wreath The Passion Of My Fire (4:39)
10. Radical Parrot (3:08)
11. Run In Circles [Radio Edit] (3:26) 


DISC TWO (DVD)

Wonrowe Vision Live
First Ever Show: Ballan Skate Park, Jan. 30 2010
1. The Spirit Of The Rock
2. Mission Invincible
3. Resident Spider
4. Vaporizer
5. Run in Circles
6. The White Rock
7. Smile Your Way Through Life
8. I'm No Afraid of the Dark
9. Wreath The Passion Of My Fire
10. Radical Parrot
First Ever Club Show: Ruby's Lounge, Mar 16 2010
1. The Spirit Of The Rock
2. Mission Invincible
3. Vaporizer
4. The White Rock
5. Smile Your Way Through Life
6. Resident Spider
7. I'm No Afraid of the Da

By Scott Waters

domingo, junho 05, 2011

Believer - Transhuman (Metal Blade) 2011

Believer were one of the late 80's/early 90's bands that really dominated my CD player. "Extraction from Mortality" and "Sanity Obscure" are technical-thrash masterpieces, in my opinion. After that the band decided to go into more experimental directions. With "Dimensions" Believer stretched themselves musically, but still retained their identity, sound and in some cases, their speed. Still, with these three albums the band became known for their complex and technical metal. With their reunion and the subsequent 2009 release "Gabriel", the band pretty much still retained their sound, though they were obviously still stretching musically and going off into metal tangents, not wishing to be placed into any sort of genre box. With "Transhuman" I think Believer have stretch their sound to the point that they barely sound like Believer.

The album opens with a song that seriously sounds like something on mainstream radio, both vocally and musically. Thankfully, the song isn't an indication of what the entire album sounds like. There are some small traces of that old Believer sound in songs like "Transfection", "Entanglement" and especially "Ego Machine". However, it's an understatement to say that Believer 2011 is a very different animal than they were before they reformed. After giving the album a few spins, I started being reminded of Voivod. It's not that Believer sound like Voivod, but much like the Canuck thrashers did on albums like "Angel Rat" and "Outer Limits", Believer have experimented and completely changed their sound, abonding thrash metal and adding in psychedelic, goth and industrial elements. While the band have always been described as "technical", I'd say that "Transhuman" is more progressive in nature than anything the band has attempted in the past.

Even Kurt Bachman's vocals are very different from anything the band has done in the past. His style is a bit off-kilter and often very heavily processed, adding to the industrial tone. Keyboardist Jeff King really adds a lot of the band's sound. Wimpy flower metal keyboards this is not. Rather, it's King's keys that push the industrial and goth influences even further. As a matter of fact, the keyboard-led, goth/industrial instrumental "Currents" sounds more like somthing I would have expected from Fountain of Tears than Believer.

Another big change in the band is their lyrics direction. "Transhuman" leaves the door wide open for interpretation and certainly cannot be pigeonholed into being a "Christian" album.

Metal purists may be put off by this album, though make no mistake, this is a heavy record. However, the words "traditional" and "thrash" cannot be used to describe this album whatsoever. Being that I like this band so much in the past, I really gave "Transhuman" quite a few spins to allow it to sink in. I wonder if this had been an album released by a new band if I would have given it the same courtesy or if I would have just put it off to the side? Regardless, it did grow on me and I found "Transhuman" to be an enjoyable, challenging and creative album even if I am a bit disappointed that one of my favorite thrash bands is not longer playing thrash.



1. Lie Awake (5:03)
2. G.U.T. (3:39)
3. Multiverse (4:44)
4. End Of Infinity (4:12)
5. Transfection (3:55)
6. Clean Room (4:50)
7. Currents [instrumental] (2:50)
8. Traveler (4:23)
9. Ego Machine (4:29)
10. Being No One (4:47)
11. Entanglement (4:15)
12. Mindsteps (6:52)


[7.0] [10]

reviewed by Scott Waters

Stryper – The Covering

O Stryper apresenta um disco só com covers dessa vez, prestigiando bandas que os influenciaram musicalmente ao longo de toda a carreira.

“The Covering” vem com clássicos das bandas Led Zeppelin, Deep Purple, Judas Priest, Iron Maiden, Scorpions, Van Halen, Kiss, Ozzy, UFO, Kansas e Sweet e uma avivadora faixa inédita chamada “God”... Que é a única coisa inédita que vemos aqui. Esse disco vem recebendo fortes críticas principalmente pelos cristãos, pois muitos discordam desse posicionamento dos irmãos Sweet e seus amigos, alguns alegam que o Stryper deveria fazer na verdade um disco só com covers cristãos entre outras queixas mais ásperas...vou deixar isso de lado e vou falar do conjunto da obra ok?

Duas coisas me impressionaram ao ouvir esse novo trabalho do Stryper... a voz de Michael continua incrível e mesmo com as diferenças bruscas que as versões originais apresentam, sua voz consegue encaixar perfeitamente não causando nenhuma estranheza, não é uma cópia mas Michael consegue absorver a essência que ao meu ver é o mais importante quando alguém ousa tocar uma música alheia, seus refrões ficaram soberbos, que digam muito bem isso as versões do Kansas e Kiss, os pontos negativos ficam para a fraca e horrível capa que se fosse por não ter algo na manga era melhor “copiar” a idéia feita no Black Álbum do Metallica, concorda? outro ponto fraco foi a má escolha da música do Led Zeppelin, poderia ser outra né?

The Covering é muito bom! Estava curioso em ver o Stryper tocando Judas Priest, Iron, Deep Purple e C&A mas realmente esses caras são gênios, a pegada vista em Murder of Pride aparece fortemente nas faixas mais hard do disco, o que me satisfaz pois entendo que a pegada vista nos primeiros discos agora só fazem parte de uma bela história que eles construíram mas que também não posso negar que um pouco dela ainda esteja presente nessa nova fase do grupo. Minhas preferidas são “Set Me Free” (Sweet), “Blackout” (Scorpions), “Shot It Out Loud” (Kiss) e a fantástica “God” que poderia ser incluída em Murder by Pride ou em até no disco In God We Trust sem nenhum problema!

Esse poderia ter sido o disco que marcou a volta do Stryper, era só colocar a capa do Reborn nele que ficava perfeito. 

8,5 [10]
By Alessandro | Demolish

White Throne - Armageddon


Curioso como o pessoal que toca black metal insiste em manter algo que era uma limitação técnica e usar isso como elemento estilístico... De fato, esse conceito não saiu da minha mente por um único instante durante a audição deste Armageddon, segundo trabalho da banda. E sim, quando falo em limitação técnica estou me referindo precisamente à questão da produção. Embora não chegue a ser algo que impossibilite compreender a proposta da banda, é uma audição meio desconfortável, equalização predominantemente aguda e volume um tanto quanto “distante”. Pois bem, às músicas, então. O som apresentado aqui é um black metal no estilo da segunda onda do estilo, nos anos 90. Mais especificamente, me lembra o velho Offertorium, principalmente pelo timbre dos vocais e o trabalho de guitarras. Um trabalho interessante, mas com alguns “poréns”, como a já citada produção, que desvaloriza um pouco a execução e realmente chega a dar a impressão de tratar-se de um trabalho de qualidade inferior. Outro desses poréns seria uma certa previsibilidade nas composições. É um trabalho bem composto e bem executado, mas não há ousadia no estilo, nada que realmente destaque a banda. De fato, a competente execução, justamente o elemento que poderia ser o destaque para a banda acaba se perdendo em meio à produção. Resumo da ópera: boa banda, tem muito a oferecer, mas faria muito bem em se livrar um pouco das amarras das “leis” do black metal e ousar buscar uma personalidade própria. Não só por questão musical, mas até mesmo para evitar novas situações desagradáveis, como aquela causada pela capa do EP Frostland.


http://www.myspace.com/whitethroneband

By Heder Osny

quarta-feira, maio 25, 2011

Review show::. 1° Olímpia Fest Gospel | Oficina G3 20/05/2011


Review e pics by Gustavo Hoft


O show foi realizado no Recinto Folclórico de Olímpia. Se tratava do 1º Olímpia Fest Gospel, com Oficina G3 no dia 20, e André Valadão no dia seguinte.
Chegamos em Olímpia por volta das 20:30, que era exatamente o horário que estava marcado para começar o show. Mas como já sabemos que nunca começa no horário, chegamos meio que em cima da hora.
Para minha surpresa, na arquibancada tinha um stand onde estavam vendendo materiais da banda, como os discos solos de Alexandre Aposan (baterista) e de Celso Machado (guitarrista). Ambos estavam nesse stand (o que significava que o show não iria começar logo), e foram super bacanas conosco. Tirei fotos com ambos e adquiri o cd do Aposan (a grana estava curta).
Exatamente às 22:30h, se apagaram as luzes e se pôde ouvir a intro “D.A.G.”, enquanto a banda entrava no palco. O Jean Carllos (tecladista) estava com uma máscara e o Duca Tambasco (baixista) com uma baita mexa branca nos cabelos (sinal da idade rsrsrs). E como de costume, já puxaram “Meus Próprios Meios”, o que fez a galera pular muito. O pequeno público de mais ou menos 500 pessoas estava bastante animado, apesar do som horrível que alugaram para o evento. E percebia-se também que não só ali embaixo, mas no palco o som deveria estar ruim, pelas caras dos integrantes. Logo após, já emendaram com “Meus Passos”, o que deu para bater bastante cabeça. Grande desempenho vocal por parte do Mauro Henrique. Por falar nele, o cara canta muito ao vivo!
Em seguida vieram “Mais Alto” e “Ver Acontecer”, ambas do álbum “Além do Que os Olhos Podem Ver”. “Obediência” veio logo após. Com o convite do Mauro, todos gritaram o nome do Deus Todo Poderoso, “Eu Sou” conseguiu tirar o fôlego desse humilde resenhista. Um momento mais calmo com a linda “Continuar” e um louvor com “A Ele”.


Agora um momento que emocionou a muitos: Mauro começa a falar do amor incondicional de Deus, e conta que sua esposa está com câncer, e o que os tem sustentado é o amor de Deus, que tem confortado seus corações. Nem preciso falar que a próxima música seria “Incondicional” e mais uma vez ressalto a “gogó” desse cara, junto com o entrosamento perfeitos dos músicos. Juninho Afram (guitarrista) fez o solo dessa música com a alma, com muito “feeling”, foi de arrepiar.
 Logo após, os músicos saem do palco e fica só o Juninho, que traz uma palavra maravilhosa sobre o cego Bartimeu (Lucas 18). Essa não é a primeira vez que vejo Juninho pregar, mas com certeza foi a melhor que ouvi.
 Terminada a palavra, Mauro faz a pergunta: “O que vocês querem ouvir?”. Entre o grito da galera, saiu uma mistura de “rock n’ roll” e “Humanos”. O que pareceu que pegou a banda de surpresa (acho que eles não iriam tocar essa música). Mas, fizeram a vontade da galera e Jean fez todo mundo pular, já que refez os arranjos dela, cantando num estilo mais gutural. O som também estava melhor. “De Joelhos” (que é uma de minhas prediletas) foi uma das quais a galera mais agitou! Grande momento! “Muros” também entrou com força total, e nós tirávamos fôlego de onde não tinha, seguida de uma surpresa: “Alive”, cover da tão consagrada banda P.O.D, outro ponto alto do show.

E como não podia faltar, “Depois da Guerra” levou o público ao delírio, com um baita solo de Juninho Afram (vai tocar assim lá nos quintos dos céus rsrsrsrs). E pra finalizar, “God Gave Rock N’ Roll To You”, um grand finale de uma noite inesquecível.
Sou suspeito para falar, pois o Oficina G3 tem sido umas das bandas que mais admiro nos últimos tempos. Pegamos a estrada e voltamos para Barretos. Apesar do pouco público (interior é assim mesmo...) foi um baita show, que o som não ajudou muito, mas com certeza, o Oficina G3 conta com músicos talentosíssimos e um grande vocalista, o que prova que no meio do Rock e Metal cristão existem bandas excelentes que tocam muito ao vivo, ao contrário de várias banda que já vi por aí. Lembrarei dessa noite o resto de minha vida!

Facedown Fest 2011 Review

Facedown Fest 2011 Review HM | The Hard Music Magazine
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Facedown Fest 2011 Review
Review by Rob Shameless
Photos by Lindsay Paramore

crowd439

We do what we want tour review

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